Women’s Weekly Australia – uma linda capa de revista

Women’s Weekly Australia – uma linda capa de revista

Hoje abri meu email e tinha uma mensagem de uma amiga minha da época de faculdade com uma newsletter cheia de pautas interessantes. Uma delas me chamou muito atenção: a capa da revista australiana Women’s Weekly com a engenheira de minas e sobrevivente de uma tragédia, Turia Pitt. Em 2011 ela corria em uma maratona quando houve um incêndio florestal. Turia teve mais de 60% do corpo queimado e passou por – pasmem! – mais de 100 cirurgias. Desenganada pelos médicos, ela conseguiu se recuperar. Ela faz parte do painel de julgadores do Women of the Future Scholarships da revista Women’s Weekly – um programa de bolsas que premia mulheres de destaque na Austrália – e foi escolhida para ser a capa de uma edição especial da publicação.

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O que torna Turia Pitt especial é sua incrível capacidade de continuar vivendo a vida e tentar tirar o máximo dela. Só nos últimos seis meses, diz a Women’s Weekly, ela nadou 20 quilômetros e andou de bike de uma cidade a outra para levantar fundos para uma organização caritativa de cirurgia reconstrutiva. Ela diz que estar na capa da revista é uma honra, e que isso mostra para as pessoas que confiança é igual a beleza. “Há um monte de mulheres por aí que são bonitas, mas não têm confiança em si, e isso é o que leva você além”. O namorado de Turia é daqueles homens que faz a gente renovar a fé na humanidade. Ele continua ao lado dela firme e forte, provando que amor e companheirismo não acabam quando acaba a beleza. Turia Pitt era bonita e atlética, como uma modelo. Hoje, ela diz: “Somos muito mais do que nossos corpos”.

E o que me fez querer escrever esse post foi o fato de que dificilmente veremos uma capa de revista feminina como essa no Brasil. Espero estar errada, e que a realidade me prove o contrário. Pra mim já é difícil me reconhecer nas revistas femininas nacionais. Mesmo morando no país dito mais mestiço do mundo, a gente abre as publicações e é um festival de mulheres louras, olhos azuis pra cá e peles branquíssimas que só se justificaria na Suíça. Ainda temos vergonha de ser quem somos. Não me admira estrangeiros se perguntarem o por quê de o Brasil tentar imitar o padrão de beleza europeu. Morei sete anos na Europa e tenho vários amigos que me perguntam isso, querem saber por que o Brasil tem vergonha de assumir a real beleza de suas mulheres.

É uma ode à beleza superficial, à pessoas cujas únicas conquistas são um corpo bonito, um namorado famoso, um guarda-roupa recheado, “X” seguidores no Instagram. Por isso mesmo fica difícil imaginar editores de revistas enxergando além da beleza óbvia, física. Conseguem imaginar Turia Pitt na capa da Marie Claire? Ou quem sabe uma fashionista caldeirante na Glamour Brasil?

Turia antes do acidente

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Independente disso, acho que de uma forma geral as revistas femininas precisam de mais pessoas reais. Queria muito abrir meus títulos favoritos e ver histórias de pessoas reais, com vidas como a minha e a sua, e histórias de superação que inspirem outras mulheres. Dá pra falar de batom e vestidos com conteúdo sim. E privilegiar as belezas diversas, belezas que se apresentam de formas menos óbvias.

É isso gente. Esse post é uma celebração às Turias anônimas desse nosso Brasil. E por revistas femininas com mais pessoas reais e menos Photoshop.

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O #urbano e eu – momentos em fotos

O #urbano e eu – momentos em fotos

 “O luxo é uma atitude” – Passaporte do Luxo

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Me fez muito bem ter ido ao evento de lançamento do novo perfume masculino da Natura, #urbano essa semana. Eu, que passei os últimos três anos e meio antes de voltar ao Brasil morando nas montanhas francesas na divisa com Genebra, cercada de verde e de neve, curti muito voltar a viver na cidade.

Sou cosmopolita confessa. Adoro morar na metrópole. Adoro o burburinho cultural, as opções de passeios, gosto das luzes ao anoitecer, dos tipos e personagens que só encontramos em grandes centros urbanos. Adoro São Paulo. E o evento da Natura me confirmou o que eu já sabia: somos nós os agentes da transformação nas grandes metrópoles. Somos o veículo pelo qual a cidade se expressa, se comunica. E essa comunicação volta para o cidadão em forma de arte, esteja essa arte exposta no MAM (Museu de Arte Moderna) ou grafitada nos muros das ruas. E é essa mesma arte que influencia na percepção que temos da cidade onde vivemos. Como é essa cidade? Que tipo de gente mora nela? Como se vestem? No quê acreditam?

Sabe um exercício que imagino ser muito interessante? Se deixar guiar apenas pela arte das ruas. Formar uma opinião somente baseada no que a gente consegue ler e ver nos muros, nas manifestações ao ar livre. Já pensou chegar a uma cidade nova e não ler o jornal local, ir buscar inspiração e informação nas manifestações urbanas? Consegue imaginar que tipo de perfil conseguiríamos extrair dessas fontes? Eu acho isso um exercício e tanto. Definir uma cidade pelos olhos da própria cidade.

A seguir, algumas fotos inspiradas na temática urbana tiradas durante a festa da Natura.

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Grafitando o slogan do blog com spray na tela digital montada no evento.

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Grupo usando spray de grafite para pintar as roupas no próprio corpo.image_10

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E você, como avalia a arte urbana da cidade em que vive? Você conseguiria elaborar uma opinião sobre sua própria cidade apenas lendo e olhando os grafites dos muros?

#urbano #grafite #artedasruas

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Você acredita mesmo que a Flávia Alessandra usa Neutrox?

Você acredita mesmo que a Flávia Alessandra usa Neutrox?

Da série “Me engana que eu gosto”, você acredita que a Flávia Alessandra usa mesmo Neutrox? E que a Angélica lavava os cabelos com Niely Gold? Ou que a Xuxa use hidratante Monange? Tem campanha publicitária que parte do princípio de que o consumidor é burro ingênuo, e na hora de escolher um rosto para uma nova campanha não leva em conta a identificação daquele personagem com a marca. Ou será que a Sandy – que não bebe cerveja – tem alguma coisa a ver com a marca Devassa? Onde, no lifestyle da cantora, a Devassa se encaixaria?

NeutroxE no caso da Flávia Alessandra, que aparece agora como a nova garota ressuscita Neutrox fica quase impossível acreditar que ela use o produto. Ok, tudo bem, muita gente vai dizer que é só um trabalho para o qual ela foi paga, e que não necessariamente ela tenha de usar o produto ou gostar dele pra fazer a campanha. Eu discordo totalmente desse argumento. Pra mim, a publicidade tem relação direta com a credibilidade. Não é só apresentar um produto, seduzir o consumidor. Eu preciso acreditar no que eu vejo, e isso vai me motivar a querer comprar o produto. E eu simplesmente não acredito que aquele loiro lindo, sedoso e brilhante que a Flávia Alessandra exibe no comercial seja tratado em casa com Neutrox.

Gente, quando menina, eu usava Neutrox. Era a única coisa que desembaraçava meu cabelo, e eu gostava do cheiro. Faz anos que não uso, nem sabia que ainda existia. Vou comprar de novo pra ver se ainda gosto. Portanto, não se trata de não gostar da marca ou da garota propaganda. Trata-se apenas de achar que a marca Neutrox – que está voltando à mídia após anos de sumiço publicitário – poderia ter investido em outro tipo de campanha para seduzir as consumidoras. Flávia Alessandra na TV usando Neutrox assim do nada não rola, não é crível.

Poderiam ter feito um vídeo mostrando como aquele Neutrox de 25 anos atrás ainda é um baita curinga nos dias de hoje na hora de desembaraçar os fios; ou até mesmo ter brincado com essa coisa nostálgica da marca. Pra quem não sabe, Neutrox é um produto-ícone dos anos 80, era muito popular naquela época. A marca poderia ter jogado com essa coisa de Neutrox ser um “clássico” do banheiro feminino e dado uma bela atualizada na percepção que as pessoas têm do produto. Ao invés disso, preferiram passar a idéia (falsa) de que uma celebridade que tem um dos cabelos mais desejados da TV usa Neutrox no dia a dia. Não colou.

noticia_85101Flávia Alessandra usando Neutrox nesse comercial é como Roberto Carlos – vegetariano – comendo carne Friboi: inverossímil.

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Meu cabelo não é bombril, somos todas bruxas

Meu cabelo não é bombril, somos todas bruxas

Oi gente, tudo bem? No dia 20 de abril passado, o Faustão disse que a dançarina da cantora Anitta, Arielle Macedo – que tem um cabelão crespo – tem “visual vassoura de bruxa”. Lendo a resposta da jornalista Tati Braga na Folha.com de hoje, me inspirei a dizer uma coisinha ou duas sobre o assunto.

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Sou filha de mãe negra, de família negra. Meu pai vem de uma família de brancos e mestiços. Me casei com um alemão, portanto meu filho é mestiço também. E assim como a Tati Bragatambém moro num prédio de classe média onde sou provavelmente a única mulata de cabelão crespo e volumoso. No meu prédio nunca passei por situações constrangedoras, até por que a maioria aqui sabe que morei sete anos na Suíça e que meu marido é alemão. Eles me vem falando inglês e francês com o Erik e pra eles isso me credencia a morar aqui, me dá status. No início, eu via uma certa confusão no olhar de algumas pessoas. É que eles não conseguiam me classificar. Empregada? Babá? Visitante? Moradora… será? Negro no Brasil ainda tem de ganhar o respeito das pessoas, seja pelo nível social, de educação, ou pela bandeira do cartão de crédito. É como se ainda precisássemos de uma alforria social para sermos respeitados.

Meu cabelo é motivo de comentários mil. A maioria das pessoas gosta e me parabeniza. Eu tenho muito orgulho de ser quem eu sou, apesar de ter crescido numa sociedade que diz que cabelo bom é cabelo liso, e que cabelo pra ser bonito tem de ser alisado. Na minha família, quase todas as mulheres alisam o cabelo. Assumir o cabelo crespo é algo impensável para minha mãe, que vem de uma geração que cresceu alisando o cabelo para ficar com cara de civilizada. “Pra domar o pixaim”. Já eu acho meu cabelo lindo. Meu marido ama. E meu filhinho se diverte com a “palmeira” da mamãe.

Não culpo minha mãe por só se achar bonita com o cabelo alisado. É que ela e milhões de brasileiras cresceram sem bons exemplos. Não tinha mocinha de novela negra muito menos de cabelo crespo. É a velha história das paquitas loirinhas da Xuxa, que jogavam lá embaixo a autoestima de meninas como eu, que sonhavam em estar ao lado da apresentadora, mas não tinham os “requisitos” básicos.

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Só queria dizer ao Faustão que garotas como eu, que não tem vergonha de assumir seus cabelos crespos e volumosos, adoram quando se olham no espelho. Amo meu cabelo! Eu invisto mesmo para manter meu “visual de vassoura de bruxa” impecável. E só pra esclarecer de vez isso, vamos parar com essa mania de achar que cabelo crespo é sinônimo de cabelo mal cuidado, de cabelo desleixado? Eu uso produtinhos de luxo e bem caros nos meus fios pra deixá-los macios, cheirosos e bem cuidados. Cabelo bom é cabelo bem cuidado. Ponto. E o meu é muito bom sim, obrigada. Cabelo ruim é cabelo mal tratado, quebradiço, ressecado, feio. E isso independe de ser liso, crespo, cacheado, loiro ou preto. Está na hora de você repensar seus conceitos capilares, meu caro Fausto.

Ninguém é obrigado a achar ninguém bonito; nem todos tem de gostar do amarelo. Mas respeito é bom, eu gosto e contribui para civilizar uma sociedade. Você não precisa gostar de mim nem do meu cabelo, mas me respeite. Meu cabelo não é bombril, somos todas bruxas. E bruxas voam, e voam alto e bonito bem acima das mentes fechadas e preconceituosas que ficam no chão, presas à própria ignorância.

#somostodasbruxas

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Reflexão: o mito do corpo perfeito no pós-parto

Reflexão: o mito do corpo perfeito no pós-parto

Esse post é para todas as mulheres mães ou não, que assim como eu ficam incucadas ao ler na mídia o quão “fácil” e “rápido” as famosas voltam a forma depois da gravidez. Indignada, eu diria, pois corpinho perfeito em duas semanas depois de nove meses de gravidez e parto soa como algo de outro mundo. As pessoas transformaram o pós-parto – período que deveria ser de sossego e tranquilidade pra mulher ir se adaptando às mudanças – numa correria desenfreada pelo corpo esbelto e sem marcas de gravidez. Hoje em dia, parece que as marcas da maternidade devem ser apagadas o mais rápido possível, o que me leva a questionar se a maternidade em si não virou mais um acessório para certas pessoas. Algumas mulheres parem um filho hoje e em poucas semanas, dentro de um bíquino mínusculo, posam segurando o bebê no colo, meio que dizendo para o resto do mundo: “Olha, tive filho, mas a gravidez, aquela infeliz, nem passou por aqui”.

Toda vez que eu vejo a manchete: “Fulana de tal exibe boa forma um mês após o parto”, eu me digo que tem alguma coisa estranha aí. Genética ajuda? Ajuda, e muito! Ter personal trainer, nutricionista, cozinheira, faxineira, massagista, dermatologista e babá à disposição também! Isso sem mencionar o acesso aos melhores cosméticos e tratamentos estéticos. O que eu questiono é como essa “boa forma” é vendida para as outras mulheres, como se fosse algo tão fácil e simples de se conquistar. Afinal queridinha, seu corpo levou nove meses para chegar ao ponto em que se encontra após o parto, é sua obrigação desfazer o processo todo em apenas um mês! Todo mundo vende a boa forma das famosas no pós-parto, ninguém menciona o séquito de profissionais com os quais elas contam, nem do que elas abdicam para chegarem lá.

O Mito

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Caroline Berg Eriksen, mulher do jogador norueguês Lars-Kristian Eriksen chocou a web com sua “selfie” de tanquinho e barriga negativa apenas 4 dias depois do parto!

Na foto acima, Caroline Eriksen, de lingerie sexy parece não ter nem mesmo os sangramentos comuns do pós parto; e nada de barriga inchada, NADA. Vocês acham isso natural? É uma questão fisiológica: o bebê saiu, mas o útero continua grande e leva semanas para voltar ao tamanho de antes da gravidez, daí a barriga inchada da qual nem Kate Middleton escapou.

A realidade
(talvez não de todas, mas de uma grande parte)
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Eu corri/caminhei até os sete meses de gestação, fazia alongamento e andava muito. E antes de engravidar, jogava squash, pesava 59 kg para 1m70 de altura. E depois do parto, perdi quase tudo o que engordei em apenas três semanas. No momento, estou 4,5 kg acima do meu peso. Ou seja: se o que elas têm é apenas boa forma e fruto de uma boa genética, mulheres que se exercitam, comem bem e engordam pouco durante a gravidez tem tudo pra voltar a forma rapidinho, certo? Só que não!

Agora, alguns fatos, baseados no meu parto e pós-parto, e no parto e pós-parto de amigas, conhecidas, colegas e irmãs.

Quem faz cesariana não consegue malhar em poucas semanas. Eu fiz e só agora, quase quatro meses depois, é que estou retomando as atividades físicas. E isso por que eu tive uma ótima recuperação. Acontece que existe uma cirurgia de 10, 12 pontos que pode se abrir facilmente ao menor esforço. E no meu caso, que tive um bebê de 4,5 kg, ainda sofro com dores nos ossos da região pélvica por causa do peso que carreguei na gravidez. E quem se dedica mesmo à maternidade sabe que no primeiro mês a gente mal consegue tirar uns cochilos, quem dirá ir pra academia todo dia! Já quem delega o recém-nascido a babás é outra história…

– Vejo famosas que dizem amamentar, mas no carnaval pulam horas na folia, dão entrevista detalhando suas rotinas de malhação, e ainda trabalham pra caramba! Meu, na boa! Abobrinha pura, só pode. Quem amamenta um recém-nascido sabe que é uma doação. Você vive pra aquilo, pois eles mamam o dia todo, noite e dia. Mal dá pra sair de casa, porque eles mamam a cada uma, duas horas nas primeiras semanas de vida. E além do mais, muita atividade física faz o leite secar! Daí você ve a bela na revista, que diz que amamenta com certeza, mas passa horas malhando, come apenas 1.200 calorias por dia, com menos de um mês de parida vai a festas e pula carnaval cinco dias sem parar. Tem alguma coisa errada aí.

A mulher pariu e uma semana depois posta foto no Instagram completamente sem barriga. Oi? Isso existe? Existe sim, gente, algumas mulheres são felizardas mesmo e a barriga some dias após o parto. Mas isso é raro. Raro entre nós, mortais, por que no mundo das celebridades toda mulher aparece sem barriga no Instagram dias depois do parto. Será mesmo que TODA celebridade nasceu com o gene da barriga negativa e a gente não? Tem alguma coisa errada aí.

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Por que essa urgência em voltar à forma? Desde quando ser mãe virou crime? Não estou defendendo que a mulher tenha de ficar gorda e barriguda, nada disso. Eu mesma quero voltar a ter o meu corpitcho de sempre e tirar minhas selfies esbelta e estilosa. O que eu questiono é o fato de que hoje chega a ser um acinte ter um filho e ir passear com ele gordinha e barriguda, mesmo isso fazendo parte do processo de se tornar mãe. E essa ditatura atinge a todas nós. Depois do nascimento do meu filho ouvi tantos comentários do tipo “Tem outro bebê aí dentro”? e “Você tá grávida de novo”?. Tudo isso por que resolvi encarar as mudanças pelas quais meu corpo passou, ao invés de pirar na batatinha, deixar meu filho de lado e ir malhar feito louca pra poder dar satisfação à sociedade.

Curti e curto muito meu filho. Dou mama a hora e quando ele quer. Passo meus dias com ele, e enquanto isso meu corpo vai, lentamente, assumindo sua nova forma – ou sua absoluta ausência de forma! Quase quatro meses passados me sinto pronta pra malhar, suar a camisa e reconquistar um corpo bonito e saudável. Meu filho cresceu e engordou, está lindo e saudável. E o período mais delicado já passou para nós dois.

Portanto, não pire se você teve seu bebê e, semanas depois, continua usando as roupas de grávida. Não se sinta inferior se a barriga ficou murchinha, com estrias, e se a celulite fez morada do seu bumbum e pernas. Hey, it’s Ok! Não há nada de errado em exibir para o mundo as marcas da maternidade. Essas marcas são prova de que você gerou amor. Dê tempo ao tempo e vá atrás do seu corpo perfeito no momento em que você – e não os outros – achar adequado. A sua saúde e a do seu bebê são mais importantes do que uma selfie de top e calça colada no Instagram.

O símbolo celta da maternidade
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