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Quarentena: lives para assistir com as crianças

Quarentena: lives para assistir com as crianças

Quarentena: lives para assistir com as crianças

Gente, já estão ficando malucas com as crianças enfiadas em casa dia e noite? Calma, tem jeito de tirar os pequenos da frente dos joguinhos de celular e desenhos de sempre. A internet – e principalmente o Instagram – tá cheia de conteúdo legal para explorar com os pequenos. De contação de histórias à aulas de yoga, no Insta você encontra lives pontuais e outras com programação fixa para divertir, informar e entreter os pequenos. A seguir, uma lista com algumas dessas programações para este fim de mês de maio, e links para conteúdos fixos diários ou semanais.

Lives com a temática princesas da Disney e até yoga, da Encantada Produções.⁣

30/05: Aula de Yoga para crianças com a Bela e Raquel do @projetoabhyasa  
⁣06/06: Aula de Ballet com a Branca de Neve e @jauanadogeestudiodedanca
⁣13/06: Aula de Música com a Moana e @matracamusica
⁣20/06: Aula de Teatro com a Jasmine e @anitacoronel_23 do @teatroluzecena
⁣27/06: Meditação guiada para crianças com a Rapunzel e Larissa do @yogasemexagero

Patati Patátá – seus melhores amigos
Quando: sábado, dia 30 de maio às 17h
Links: pelo YouTube, pelo Instagram ou pelo Facebook!

TV Rá-Tim-Bum – programação infantil feita pela TV Cultura (canal pago). Dá para experimentar por 30 dias grátis. 

Podcast
Tem um pequeno curioso em casa? Esse podcast é pra ele! O E se…Podcastresponde a perguntas bem inusitadas, como por exemplo “Por que os dinossauros não existem mais”?

Lives fixas de contação de histórias, músicas e brincadeiras

Carol Levy, live todas as quartas às 16h30.
Camila Genaro, histórias ao vivo todos os dias às 17h
Fafa, Instagram com vários vídeos com conotação de histórias abertos à todos.
Marina Bastos, música, historias e brincadeiras
Mariana Bigio, lives às terças e quintas às 18h.
Beatles para crianças. Olha que máximo essa iniciativa. Tem vídeos novos todos os dias às 14h e lives aos sábados.
Samara Contadora – livros com protagonismo negro, bonecas e histórias!

Internacional 

Se seu pequeno já é iniciado no inglês ou você simplesmente quer treinar o ouvido das crianças para a língua estrangeira, vale conferir Michelle Obama lendo livros infantis com o marido e ex presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no canal da PBS Kids no Youtube.

Tem algum conteúdo infantil legal que vale indicar para as crianças? Conta pra gente aqui nos comentários.

 

Photo by Tatiana Syrikova from Pexels
Photo by Helena Lopes from Pexels

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Mundo pós-pandemia: o que esperar de nós mesmos?

Mundo pós-pandemia: o que esperar de nós mesmos?

Mundo pós-pandemia: o que esperar de nós mesmos?

A pandemia de Covid-19 vai passar, mas o mundo que ficará após sua passagem não será o mesmo de antes. E nós, seremos os mesmos ou todo esse caos, morte e sofrimento terão nos feito evoluir? Seremos melhores? Uma coisa é certa: nossa relação com o outro nunca mais será a mesma. Da minha parte, posso dizer que várias pequenas mudanças ocorreram dentro de mim (Clica pra ler 5 lições que essa pandemia tem me ensinado). A primeira delas é que meu senso do coletivo foi ampliado. Eu nunca tinha passado por situações em que pensar no outro fosse imperativo para a segurança de ambos. Agora eu mal consigo me imaginar indo ao supermercado sem máscara! Me sinto nua. Curioso, né?

Por ter passado – e ainda estar passando – tanto tempo em casa me dei conta de que quase tudo na vida pode esperar. Poucas são as coisas que precisam ser resolvidas, respondidas, vistas e entendidas imediatamente. Essa é a verdade. A vida lá fora pode esperar enquanto a vida acontece aqui dentro, no microcosmo pessoal de cada um de nós. E a pergunta que fica é: tanta proximidade com a família, esse recém-adquirido senso comunitário e a sensação de que cada um de nós é responsável também pela vida e pelo bem-estar do outro terão quais impactos no nosso desenvolvimento pessoal no mundo pós-pandemia? Será que tudo isso vai resultar em pessoas mais cidadãs e mais comprometidas com a coletividade?

Na história da humanidade, grandes catástrofes trouxeram consigo evolução e solidariedade, o tal senso do coletivo se solidifica após um período de turbulência. E pra tentar responder a essas e outras perguntas a sugestão é seguir a live ‘Covid-19: estamos mais humanizados e como ficaremos?’, com o sociólogo Fábio Mariano, no dia 27/5, às 18h no Facebook da Unibes Cultural. Volta aqui depois pra discutir com a gente o que vocês acham que vai acontecer com cada um de nós quando tudo isso tiver passado.

 

Foto: Andrea Piacquadio

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Cinco lições da quarentena 2020

Cinco lições da quarentena 2020

Cinco lições da quarentena 2020

Eis que 2020 mudou nossas vidas. E de forma definitiva, eu diria. Estou há dois meses em casa com meu filho. Até o fim de abril tinha trabalho e me virava para fazer home office, cuidar da casa, do meu filho e manter a sanidade diante de tudo o que estava acontecendo ao meu redor. Maio chega e eu, já desempregada como muitos, continuo em casa. Começa a reabertura, mas a creche segue fechada e interações sociais continuam proibidas. Sigo aqui com meu pequeno enfrentando as dores e as delícias do distanciamento social, mas hoje, quero dividir com vocês as lições da quarentena 2020. O que esse período tem significado para mim, e como ele tem afetado minhas emoções, minha maneira de ver as coisas, a maternidade e minha relação com o mundo.

Ok, culpa – a quarentena trouxe culpa! Sim, culpa por ver meu filho sentado horas diante da televisão. Culpa por sentir preguiça de ir caminhar. Culpa por não ter brincado o tanto que eu deveria (ou que pelo menos acho que deveria), porque a mamãe aqui também quer um tempo pra ela depois do trabalho, quer fazer as coisas dela. Culpa por rezar para chegar logo a hora dele dormir pra eu poder finalmente estar sozinha e em silêncio. Mas chegou um momento em que eu decidi que tudo bem eu sentir essa culpa. A culpa bate, eu deixo estar e aceito que sim, não sou menos mãe por dar graças a Deus quando meu filho vai dormir e eu finalmente posso sentar no sofá e não fazer absolutamente nada. 

Aceitar a culpa é o primeiro passo para conviver bem – e até se livrar – dela.

A vida pode ser mais simples – e como pode, em todos os sentidos. E a simplicidade também encontra lugar no fato de sermos forçados a nos limitar ao nosso bairro. Pela primeira vez eu ANDEI no meu bairro, descobri áreas rurais que nem sabia que existiam, explorei novas ruas nas minhas caminhadas e percebi que a vida pode – e deve – ser mais local. Isso é também uma forma de viver no e estar mais presente. Aquele sentimento de “urgência” em saber de tudo, de ter assistido a tudo, de ter respondido a todas as mensagens… tudo isso fica em segundo plano. A gente volta ao essencial, que é se alimentar, caminhar, conviver uns com os outros sob o mesmo teto, dormir e acordar todos os dias vivendo uma vida mais simples e limitada.

Tempo é algo relativo – reclamamos muito da falta de tempo, mas o tempo nada mais é que uma percepção e como tal, sua passagem é relativa e varia de pessoa para pessoa. A quarentena me forçou a ficar em casa com meu filho e, depois de seis semanas e já sem emprego, percebi que POUCAS coisas na vida são, de fato, urgentes. A gente vive sem barzinho, sem festa, sem roupa nova e sem o frisson de estar todo dia na cidade. Muitas coisas das quais eu atribuía importância são na verdade insignificantes diante do que estamos vivendo. É um desafio, mas conseguimos. Difícil mesmo é viver somente consigo mesma ou com outra pessoa que necessita da gente em tempo integral. Temos que pausar, parar, desacelerar. Estar PRESENTE, viver um dia de cada vez pois, afinal, a pandemia não nos deixa saber quando e nem se retornaremos à normalidade. Aliás, fica a pergunta: normal era o que era antes ou normal é o que passou a ser agora?

Esse modo de vida mais local, mais presente e menos futuro do pretérito, mais simples e desacelerado seria o novo normal ou um retorno ao que um dia fomos?

Não precisamos de metade do que temos – dá para viver tranquila com 20% das roupas e sapatos que temos. Durante o confinamento, usei praticamente as mesmas coisas toda semana. A maioria das roupas, sapatos e acessórios ficaram intocados. A gente descobre que consegue viver com beeeem menos de tudo. Logo, aquela urgência em adquirir coisas novas vai dando lugar a uma consciência menos consumista. O resultado disso é que nesses dois meses de quarentena eu gastei bem menos dinheiro e consegui chegar ao final do mês com a conta positiva. Sério! Uma tremenda conquista pra mim. Nada de gastar com comida fora, nem com bobagens baratinhas que fazem o dinheiro desaparecer sem a gente perceber. E como acabamos não usando tudo o que temos, a vontade de comprar coisas novas vem e vai embora rapidinho. Fiquei mais seletiva e mais criteriosa com o que compro. 

Estar presente no presente – como falei acima, aquela urgência em sair, ver gente, assistir ao seriado do momento, fazer mil planos para o fim de semana. Tudo isso se torna secundário, afinal, que planos faremos se estamos quarentenados sem saber quando poderemos sair? Isso me deixou menos ansiosa e mais presente na minha própria vida. Troco mensagens de texto e faço video calls com um monte de gente todo dia. Voltei a escrever aqui no meu blog com muito mais frequência e passo bastante tempo fazendo vários NADAS.

Estou descobrindo o poder e o deleite de poder não fazer nada a hora que eu quiser.

Efeito localidade – além de ter explorado mais o lugar onde eu moro, por conta da quarentena eu privilegiei o comércio local. Faz dois meses que nunca mais comprei um ovo fora do meu bairro. Mesmo que eu faça compras em uma rede de supermercados grande, o fato de usar sempre a filial do meu bairro é positivo, pois garante que a demanda local continue em alta mesmo em tempos de crise, evitando assim o corte de empregos naquela unidade. Outra coisa: onde moro tem um lago há uns 3, 4 km de distância da minha casa. Acreditam que em dois anos, só fui duas vezes? Sempre tinha um lago mais lindo pra ir ver, em outra cidade, ou “andar nas margens do Isar”, o rio de Munique. Pois, o sol voltou e eu corri pro lago de Germering! Por que será que temos a mania de menosprezar o que tá ali na nossa frente pra ir atrás de algo supostamente “melhor”, “maior”, “mais bonito”? Esse efeito localidade faz com que a gente valorize tudo o que é local. E isso é muito POSITIVO. 

E por aí? Divide aqui comigo quais lições a quarentena da Covid-19 está deixando na sua vida. 

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Fazendo as pazes com a bagunça infantil na quarentena

Fazendo as pazes com a bagunça infantil na quarentena

Fazendo as pazes com a bagunça infantil na quarentena

Ao escrever esse post, estou há exatos dois meses em casa com meu filho. Durante esse tempo, foram muitos altos e baixos: medo nos momentos de alta da pandemia, apreensão, perda do emprego, estresse, sensação de estar presa. Tudo isso somado ao fato de ter de trabalhar de casa todos os dias com uma criança de seis anos,  fazer as tarefas de mãe e dona de casa e me preocupar com minha família e amigos no Brasil. Ufa! mas uma coisa me chamou a atenção: a mudança na arrumação da casa. 

Diferente dos dias normais, em que meu filho vai para a creche de manhã, volta à tarde, brinca em seu quarto e depois vai ver um desenho, agora cadeiras, carrinhos e brinquedos estão na sala como parte da decoração. E estão lá de forma permanente, sem pedir licença. Nenhuma criança que está presa 24h por dia em casa consegue se restringir ao quarto. Resultado: carrinhos pelo chão, livros e revistas pelo sofá, pelúcia, lousa e apetrechos um pouquinho por todos os cantos da casa.

Se em dias normais eu mantenho tudo sob controle e ensino meu filho que as coisas dele devem ficar no quarto dele, agora eu aprendi que, em tempos de confinamento, ele tem todo o direito de reivindicar o resto da casa. O segredo é relaxar e fazer as pazes com a bagunça infantil na quarentena.

Não é exatamente uma bagunça. É simplesmente uma casa com criança.

Mas resolvi fazer as pazes com tudo. E sabe como? Eu agora olhos os brinquedos como parte da decoração. A cadeirinha fica no meio da sala, a lousinha, o Mickey de pelúcia no sofá, os carrinhos enfileirados no chão. Aceitei tudo como parte da paisagem. E você deve fazer o mesmo. Por que? Porque não dá para cobrar normalidade de ninguém sob as atuais circunstâncias. Sabe que muitas vezes minha casa nem parece que tem criança de tão arrumadinha que é? Me dei conta de que isso sim que é estranho. Não digo que casa com criança tem que ser bagunçada, falo do fato de nunca ter brinquedos ou nada que lembre criança nos outros cômodos da casa. Daí fiquei pensando no impacto que isso deve ter na cabeça dos pequenos. A casa é também um espaço deles, mas a gente, em nome da ordem e da arrumação, os confinamos ao quarto. 

E fui em busca da opinião de um especialista para tirar essa dúvida. A psicóloga especialista em atendimento terapêutico com crianças, Vitória de Fillippi, (e que você pode acompanhar as dicas incríveis para essa quarentena no @vfilippi.psi) explicou que “Assim como os adultos, crianças também querem se relacionar com todos a sua volta com dignidade e respeito e, principalmente, querem ser aceitas, se sentir parte de um ciclo ou de um ambiente. Mandar, gritar, manipular, ser muito rígido ou muito permissivo não são formas de educar embasada nesse respeito e dignidade. Ser aceito significa sentir-se importante na configuração do campo familiar, por exemplo: escolher, dentre as possibilidades dada pelo adulto, onde colocar devido brinquedo ou objeto e ser co participante do funcionamento e regras da casa.

Os adultos podem oferecer escolhas possíveis dentro das regras e deixar que a criança faça a escolha, mas sempre com o apoio de todos envolvidos! Isso significa dar aos pequenos a oportunidade de praticar habilidades alicerçadas no respeito mútuo, na cooperação e no foco de soluções. Ao fazer isso, a criança compreende que faz parte, que contribui, e que possui responsabilidades perante o meio.”   

Interessante saber que não é um problema também, mas essa é uma das mudanças que a quarentena me proporcionou: estou bem mais relax com a chamada “bagunça infantil”. Meu filho tem direito ao mesmo espaço da casa que eu. Eu o ensino a catar os brinquedos e guardar, limpar a sujeira e tudo, mas não tenho mais problemas em olhar pra sala e ver os objetos do universo infantil compondo a decoração da casa. Aceitei e me sinto bem com isso. É bom ensinar às crianças que tudo deve estar no seu devido lugar, mas mostrar pra eles que o espaço de convivência familiar deve ser dividido de forma igualitária também é importante. Nesse sentido, a quarentena me deixou menos individualista. 

E você, como anda a “bagunça” dos filhos por aí?

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