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Hamburgo: Blankenese tem prainha com ares de riviera

Hamburgo: Blankenese tem prainha com ares de riviera

Algumas semanas atrás tive o prazer de viajar para o norte da Alemanha, mais precisamente para Hamburgo. Fiquei no bairro de Blankenese, um lugar lindo e agradável nos arredores de Hamburgo com direito a praia de areia e clima de riviera nas margens do rio Elba.

Hamburgo é considerada a segunda melhor cidade da Alemanha, perdendo apenas para Munique.

Não passeei pelo centro de Hamburgo e nem visitei atrações turísticas desta vez, fiquei apenas em Blankenese: andei por suas ruas arborizadas ladeadas por casas de tijolos vermelhos, casarões e parques lindos nas encostas do rio Elba. Vale dizer que Hamburgo é uma cidade histórica (qual cidade não é na Alemanha?), mas também é multicultural, natural, antiga e moderna, tudo ao mesmo tempo. O rio Elba, o verde das ruas e dos parques, e o lago Alster fazem de Hamburgo um lugar lindo. A gente até esquece que é uma cidade grande, com dois milhões de habitantes!

Uma coisa me chamou muita atenção: as enormes casas típicas do norte da Alemanha com seus telhados de palha natural, algo que tinha visto só em documentários! Muito diferente o revestimento natural. Vocês sabiam que a palha pode durar até 30 anos sobre o telhado? E ainda serve como isolante térmico. É possível ver esse tipo de construção por todo o norte do país, principalmente nas regiões fronteiriças com a Dinamarca, onde marinheiros dinamarqueses e alemães construíam casas para quando se aposentassem. Algumas dessas cidades parecem saídas de um filme de época!

Voltando a Blankenese, qual não foi a minha surpresa ao ver, na prainha do bairro em pleno mês de abril, uma galera jogando vôlei de praia! Sério, gente, nem acreditei. Não era exatamente a cena que imaginei ver em Hamburgo, conhecida pelo clima chuvoso e cinza. Abril costuma ser um mês maluco por aqui, faz frio, calorzinho, chove, neva… estava uns 16 graus e a galera lá, firme e forte super no clima de praia batendo uma bola.

A prainha de Blankenese fica em uma pequena costa cheia de casas bonitas – algumas típicas, outras bem moderninhas. Bom mesmo é andar a pé, subir a encosta para apreciar o rio lá de cima ouvindo o canto dos pássaros. Quando o sol beija as águas do Elba fica a coisa mais linda. E se você tiver a mesma sorte que eu vai ter um barquinho à vela velejando bem na hora da foto, tornando qualquer filtro absolutamente desnecessário.

Também é possível andar de bicicleta por todo o caminho da prainha, ladeando a encosta, curtindo a paisagem e parando pra um café em um dos quiosques. O Strandperle é legal para uma cerveja gelada; pra quem prefere vinho tem e o estilo lounge na praia tem o Dock 13. Quer beber com o pé na areia? Vá no Ahoi Kiosk que oferece long drinks, pão fresco e bolos, além de vinhos. Outra opção é o Café Lüküs para uma fatia de bolo e um café rápido. É para de famílias com crianças e mochileiros de passagem.

E quem curte caminhar ou correr o local rende ótimas trilhas.

Como eu fui visitar uma pessoa muito especial em Hamburgo podem esperar que a cidade ainda vai render muitos posts por aqui.

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Conheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha

Conheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha

Sabe o nosso bazar da pechincha da igreja ou da feira de domingo? Pois então, aqui na Alemanha isso se chama Flohmarkt. Porém gente, o Flohmarkt daqui é outra história… Primeiro quero dizer que eu AMO os Flohmärkte* alemães e sempre vou garimpar algo, principalmente artigos infantis. Mesmo quando não vou comprar nada gosto de olhar as coisas, porque tem sempre peças bonitas e achados por preços sensacionais. Como são os Flohmärkte na Alemanha? Conheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha. É o que vou contar pra vocês a seguir.

Conheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha

Eles são uma tradição aqui na Alemanha e fazem parte da cultura do país. Os Flohmärkte, ou mercado das pulgas, são feiras de artigos usados e semi-novos. As creches, por exemplo, a cada troca de estação organizam Flohmärkte infantis. Os pais trazem o que querem vender, comida e bebida são organizados também pelos pais, e quem quer comprar comparece em massa. Tem muuuuita coisa boa, tipo material de ski, brinquedos, livros, roupas, calçados e utensílios para bebês. Como criança cresce rápido, vale a pena pra comprar casacos de inverno e botas mais pesadas, coisas que geralmente são mais caras nas lojas. Você acha de tudo mesmo. Eu super recomendo os mercados de pulga infantis para artigos esportivos como bicicletas, capacetes, patins e skis. Tudo em excelente estado e por uma pechincha.

Flohmarkt

Anúncio de um Flohmarkt de artigos esportivosConheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha

Quem não ama achar uma coisa incrível por um preço ainda mais incrível?

Tem os Flohmärkte de rua, nos quais é possível achar desde de jogos de chá de 70 anos atrás, talheres de prata, mobília, objetos de decoração e até roupas de grife. E por falar em grifes, nos bairros mais descolados tem os Flohmärkte de moda da galera que esvazia o closet e põe tudo à venda. Eu piro, gente. Já falei pra vocês o quanto sou fã dessa coisa de luxo de segunda-mão, de mercado de trocas e mercado de pulgas. Escrevi sobre isso e sobre compra de usados online ainda em Paris –> AQUI e AQUI <– 

Conheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha Conheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha kk6 Conheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha

E gente, sabe aquela frescura que vemos no Brasil sobre comprar itens usados (me refiro mais à classe média)? Aqui não tem, não. É tão comum ir nos Flohmärkte procurar por algo, que quando a gente fala “preciso comprar uma bota de esquí”, logo alguém sugere: “Ah, sábado agora tem Flohmarkt de esporte no lugar tal e tal”. É sempre um bom negócio!

Flohmärkte de móveis usados

Conheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha Conheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha Pic-6_Flea-Market Flohmarkt_Antik1Além desses mercados, existem outros lugares onde é possível comprar artigos usados. Ao lado do meu curso de alemão, por exemplo, tem um lugar que eu adoro! É uma cafeteria / cantina com objetos espalhados por tudo que é canto. Tem de brinquedos à bicicletas e os preços são ridiculamente baixos. Todo santo dia eu ia lá olhar os “new in” deles. Chega coisa todo dia. E assim, comprei minha bicicleta por 10 euros! Você leu certo, DEZ euros! 

Euzinha, na minha bike de 10 euros! (gastamos mais dindim para deixa-la em forma, e valeu super a pena) Conheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha

Esses mercados coletam coisas que as pessoas não querem mais, inclusive máquinas grandes como lavadoras e geladeiras, e depositam na loja. Tem steps digitais super modernos pra dar aquela modelada nas pernas e bumbuns por… 5 euros!  Esses dias tinha um sofá mara, super confortável, de linho e madeira em ótimo estado por 35 euros!

Flohmärkte de moda, yeahhh!
Conheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha Conheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha

1530936692-flohmarkt-innerwheel-club-tegernsee-seeforum-tp-Mocf2ZbssNG Pensem nos garimpos no meio desse monte de bolsas?Flohmarkt_Tonhalle Flohmarkt_Tonhalle2-1024x683Eu iria direto nesses óculos bapho!

Conheça o Flohmarkt, versão alemã do nosso bazar da pechincha Dica de Flohmärkte em Munique
Caso esteja por aqui ou more aqui, nesse LINK tem vários Flohmarkt na cidade de Munique. Mercado de pulgas de todo tipo com o endereço e as datas. Tem Flohmarkt de livros, roupas e artigos infantis, artigos esportivos, antiguidades, móveis, moda e acessórios, e artigos de inverno como skis, snowboards e roupas de montanha. Vale conferir! A atmosfera é convivial e comprando vários itens de uma mesma pessoa dá pra pedir desconto. Além, claro, de tomar um cafezinho e comer um pedaço de bolo tipicamente alemão 🙂

Tchüß 🙂

* Flohmarkt (singular), Flohmärkte (plural) 

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Vida nova em Paris

Vida nova em Paris

Bonjour mes amours!

Voilà, agora é assim que começarei meus posts, direto da cidade-luz. Já até alterei a cidade na home do blog, notaram? Chique! Pois bem leitores e leitoras, cá estamos nós de mala e cuia em Paris. Meu marido, meu filhote e eu. Deixamos tudo para trás em São Paulo para recomeçar novamente na França. Tudo aconteceu tão rápido que não deu tempo de atualizar vocês. Vida nova em Paris.

Visitei a cidade em três ocasiões, e em todas elas senti algo dentro de mim que não consigo explicar. Uma atração irresístivel, uma encantamento surreal, uma vontade absurda de me embebedar em sua estonteante beleza arquitetônica, em seu patrimônio artístico e riqueza cultural. Vontade de ser o Owen Wilson no filme “Meia-noite em Paris” e me transportar para uma época em que a cidade era o centro cultural e intelectual do mundo. IMG_9562

Eu caí de amores por Paris desde a primeira vez em que pisei os pés nela. Sim, meus olhos encheram de água quando cruzei a Ponte Alexandre III pela primeira vez, ou quando desci a Champs-Elysées à noite em plena época de Natal; ou quando caminhei e me sentei no Jardin des Tuilleries. Apesar disso nunca pensei de fato que um dia seria residente nessa que é considerada uma das cidades mais lindas e glamorosas do mundo. Foi uma surpresa total, não planejei nada. Adoro as reviravoltas da vida 🙂 Sempre imaginei como seria a vida aqui, mas era só um pensamento distante. Será que nosso inconsciente trabalha à nossa revelia? Parece que sim.

Aconteceu que no comecinho de julho perdi meu emprego em Sampa. Fiquei mega chateada, pois adorava meu trabalho na eduK. Em poucas semanas comecei a fazer entrevistas de emprego para vagas na Alemanha e na Suíça. Ser casada com um cidadão europeu me dá o direito de residir e trabalhar em qualquer país da União Européia onde meu marido decida fixar residência. O plano era voltar para a Suíça, ou no máximo ir morar em Munich, terra do Erik.

Enfim, o tempo passou e, apesar das boas perspectivas, nada de concreto rolava. Um dia vi uma vaga na área de comunicação em Paris, assim por acaso, que pedia uma pessoa bílingue português brasileiro/inglês. Resolvi me candidatar sem nenhuma expectativa. E foi justamente essa vaga que deu certo. Em dez dias eu tinha feito três entrevistas por telefone e respondido a vários e-mails. Eles me ofereceram o trabalho. Eu aceitei. Paris.

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Isso era comecinho de setembro. Aí começou a correria para vender coisas, alugar nosso apartamento em SP, cancelar isso e aquilo, burocracias mil e voilà: chegamos à França há duas semanas. Tem sido uma loucura, pois estamos num apartamento temporário, temos de lidar com a parte burocrática para estabelecer residência no país, tudo é novo para o nosso filho… Enfim, temos muito o que fazer.

Estamos felizes e certos de que fizemos uma boa escolha. Nosso baby vai crescer trilingue (português, alemão e francês), e só esse fato já valeria qualquer mudança. Ainda falta achar apartamento, comprar móveis, instalar telefone etc. Falta tudo, ha ha! O que será que o futuro nos reserva aqui? Só o tempo dirá. Em outubro de 2014 eu estava em São Paulo começando num trabalho novo, e jamais, nem nos meus sonhos mais loucos poderia imaginar que um ano depois eu estaria morando em Paris. De uma coisa eu tenho certeza: vou tentar tirar proveito de tudo aqui o máximo que eu puder, viver Paris em sua plenitude não apenas morar em Paris. Vai saber onde estaremos daqui, dois, três, cinco anos?

Abaixo algumas fotos dos primeiros dias (tiradas com iPhone, desolé), e numa delas meu filhote e eu.IMG_9577 IMG_9618 IMG_9615 IMG_9564

Preparem-se, pois Paris vai agitar esse blog.
bisous

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A magia dos alpes suíços – dicas para esquiar na Suíça

A magia dos alpes suíços – dicas para esquiar na Suíça

Se você sempre se perguntou como seria passar férias num ambiente tão diferente como os alpes suíços, vou contar aqui um pouco da minha experiência por aquelas bandas. Eu morei sete anos na Suíça – na verdade três desses anos foram mesmo na França, ao pé das montanhas do Jura, bem na fronteira com Genebra. E morar nessa região é como morar em Genebra, por que a vida social e profissional acontece mesmo é na cidade Suíça. Onde eu morava é uma região calma, rural, com paisagem e clima de montanha.

Durante todo esse tempo pude vivenciar a cultura esportiva e social tanto dos suíços quanto dos franceses nos meses mais frios do inverno europeu. E agora vou contar para vocês um pouquinho sobre os famosos alpes suíços. Destino de ricos e famosos, de aventureiros em busca de adrenalina, de casais em busca de paz e tranquilidade, de gente em busca de beleza e natureza.

Jungfraubahn auf der Kleinen Scheidegg vor der Kulisse der Berner Alpen Photo by Christof Sonderegger

Jungfraubahn – o trem da montanha Jungfrau – Photo by Christof Sonderegger

Para enfrentar temperaturas negativas e semanas a fio sob a neve, o jeito foi criar toda uma infra-estrutura para atrair as pessoas para o alto das montanhas em busca de diversão, sol e adrenalina. Romance e beleza também fazem parte do pacote. Afinal, jantar à luz de velas num chalé alpino vendo a neve cair é um programa romântico que permeia os sonhos de muita gente. E fevereiro é o mês ideal para se aventurar no esqui ou snowboard. A essa altura já caiu muita neve e as pistas estão perfeitas para os amantes do ouro branco – é assim que os suíços apelidaram a neve.

Eu adoro estar num chalé, adoro o cheiro da madeira que exala com o calor dos aquecedores de temperatura. Adoro abrir a janela de manhã e me deparar com toda aquela brancura quase infinita, salpicada por pontos verde escuro aqui e ali. Nada mais gostoso que sair de casa cedo, sol no céu, neve no chão e esquis nos pés para um dia de aventura e beleza. Parar pra almoçar num restaurante de montanha ao meio dia e voltar ao chalé no fim da tarde exausta, pronta para aquele banho quentinho e uma noite tranquila e aconchegante regada a raclette suíça. Uma boa garrafa de vinho em frente a lareira fecha a jornada com chave de ouro.A magia dos alpes suíços - dicas para esquiar na SuíçaPassar férias nos alpes é um dos meus passeios favoritos. Sim, os alpes suíços são um luxo e muita gente fala do glamour de algumas das estações de esqui mais badaladas do mundo. Nem me considero mais turista visto que vivi a cultura suíça por tantos anos, e posso afirmar que quando você mora na Suíça, esquiar nos alpes é como morar no Rio de Janeiro e ir mergulhar em Ipanema. Faz parte da vida.

Lugares pra esquiar na Suíça – Tem muitos, por isso só vou falar dos que conheço, ok?

Bern Oberland – A região é vasta e tem dezenas de vilarejos e estações de esqui. Foi lá que, em 2007, fiz minha primeira incurssão pelos alpes. As vastas e altíssimas montanhas da região de Berna contam com mais de 800 lagos! Não perca uma visita a Schilthorn, que tem um restaurante a 2970 metros de altitude que gira a 360 graus, e serviu de locação para um filme do James Bond (007 Bond World). A vista é de perder o fôlego, algo para nunca mais se esquecer.

swissrailways.com_excursions_schilthorn_from_stechelberg

A magia dos alpes suíços - dicas para esquiar na Suíça

Em 2007, na região de Jungfraujoch

A magia dos alpes suíços - dicas para esquiar na Suíça

A paisagem é tão surreal que ficou parecendo que fui colocada na foto, rs.

A magia dos alpes suíços - dicas para esquiar na Suíça

Reparem no visual…

Esquiar lá de cima não é para iniciantes, já que a pista é longa e sinuosa. O transporte é moderno e eficiente, e dependendo da localidade conta com trens para levar os turistas montanha acima.

Região de Jungfrau – Nesta famosa região montanhosa eu conheci a estação de Grindelwald. Lá você se depara com mocinhas vestidas em trajes típicos suíços e cartões postais tão bonitos que só podem mesmo ser vistos na Suíça. O legal é que Grindelwald tem bares 24 horas, boas escolhas entre restaurantes típicos e modernos e opções de spa para relaxar. Já imaginou estar numa jacuzzi quentinha ao ar livre cercada pelas estrelas e pela neve ao redor das montanhas?

JUNGFRAUJOCH - Top of Europe: Sphinx (3571 mueM) mit Blick über den Grossen Aletschgletscher. JUNGFRAUJOCH - Top of Europe: Sphinx (3571 m) with view over the Aletsch Glacier. Copyright by Jungfrau Railways     By-Line swiss-image.ch

JUNGFRAUJOCH – Top of Europe: Sphinx (3571 m) with view over the Aletsch Glacier. Copyright by Jungfrau Railways By-Line swiss-image.chCIMG1127

Se você pretende subir a montanha de Jungfraujoch – considerada o topo da Europa – Grindelwald é um ótimo ponto de partida para chegar à estação de trem mais alta da Europa, a 3454 metros de altitude, com mais de 100 anos. Estar num trem – todo envidraçado – subindo os alpes cercada por aquela beleza toda foi uma das experiências mais incríveis que eu tive na Suíça. Recomendo, é de uma beleza rara. Fico arrepiada só de lembrar o anoitecer com a brancura da neve salpicada de pontinhos de luz. Já perceberam que eu amo a Suíça, neam? Fica difícil transmitir em palavras tanta beleza e magia!

E a região ainda tem os “glaciers”, que são as montanhas de gelo. Tem muitos passeios e excurssões para pontos de observação, além do Palácio de Gelo! Gente, visitar os alpes suíços no inverno é um passeio inesquecível. E há tanto para se ver e fazer! Eu diria que no inverno tem mais coisas para fazer do que no verão. Tanto a região de Jungfrau como Bern Oberland ficam na suíça alemã.

Jungfraubahn auf der Kleinen Scheidegg vor der Kulisse der Berner Alpen Photo by Christof Sonderegger

Jungfraubahn auf der Kleinen Scheidegg vor der Kulisse der Berner Alpen – Photo by Christof Sonderegger

Verbier – Este resort de esqui é considerado um dos mais chiques da Suíça. É point de endinheirados britânicos, russos e ricos do mundo todo. Verbier é linda e fica na suíça romande (de língua francesa). A gente olha em volta e parece que tudo ali foi cuidadosamente colocado no lugar, das montanhas às casas, é tudo perfeito como num conto de fadas. Preparem o bolso, pois Verbier pode sair bem mais cara do que outras estações, simplesmente por causa do badalo. Se você quer ver gente bonita e rica, e não se importa com o preço do passe de esqui, bora pra Verbier! Os chalés do vilarejo se situam na casa dos milhões, e muitos contam com quadra de tênis e chef privativo. Verbier fica na região dos 4 Vallées e tem a fama de receber sol mais de 350 dias por ano! Só tenho fotos de Verbier no verão, mas vale né?

A magia dos alpes suíços - dicas para esquiar na Suíça

Lindo até no verão

A magia dos alpes suíços - dicas para esquiar na Suíça

Você senta para apreciar a paisagem e não quer mais ir embora

Se você prefere uma atividade coletiva, em Verber tem ski de fundo, ski touring, handski para pessoas com necessidades especiais e escaladas a pé em grupo e com guias. À noite, tem bares e casas noturnas repletas de gente phyna e jovem.

Mayens-de-Riddes – Nesta mesma região dos 4 Vallées, do lado oposto a Verbier está Mayens-de-Riddes, um local muito lindo e agradável com uma estação chamada La Tzoumaz. Fui muitas vezes a La Tzoumaz com o Erik, e o local é perfeito para famílias e para iniciantes. Não tem o glamour de Verbier, e isso significa que também não tem os preços salgados de lá. Do topo da La Tzoumaz a gente olha para o lado, lá embaixo, e vê Verbier incrustrada na montanha. E mesmo quando o sol já desapareceu de la Tzoumaz ainda é possível vê-lo brilhando lá embaixo, em Verbier.

A magia dos alpes suíços - dicas para esquiar na Suíça

Mayens-les-Riddes em dia de pouca neve…

La Tzoumaz tem piscina pública, escolas de esqui e um centrinho com todas as facilidades como supermercados, lojas e restaurantes. Para os aventureiros, dá para se hospedar em Mayens-de-Riddes, subir até La Tzoumaz e esquiar montanha abaixo em direção a Verbier, mas atenção: para voltar ao ponto de origem você precisará dar uma bela volta de carro. SL370780 A magia dos alpes suíços - dicas para esquiar na Suíça A magia dos alpes suíços - dicas para esquiar na Suíça

Além de toda a magia e lazer que os alpes suíços oferecem no inverno, no verão também é possível visitar essas paisagens e se encantar com cachoeiras e lagos cristalinos. No próximo post vou falar de um dos meus lugares favoritos em toda a Suíça: Montreux.

Para mais informações
Bern Oberland, ou Oberland Bernês – My Switzerland em português 
Jungfraujoch – Infos sobre bilhetes, hotel, trens e passeios, em francês: Jungfrau.ch
Verbier
– Passes de esqui, programação de inverno, eventos e aulas de esqui, em inglês: Televerbier.ch
Mayens-de-Riddes – em francês: Valais.ch

beijos

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Una avventura di Milano, parte 3

Una avventura di Milano, parte 3

Castello Sforzesco

castelo sforzesco

Último post sobre Milão – Una avventura di Milano, parte 3 –  sobre u m passeio que nem todo mundo faz, mas que vale a tarde é um tour pelo castelo Sforzesco, construção milanesa que data do século XV, e que abriga um museu que conta um pouco da história da cidade. É possível chegar ao local usando transporte público, são apenas 20 minutos do centro de bonde. Aliás, andar num daqueles bondinhos antigos é uma bela oportunidade para ver um pouco da cidade fora dos lugares óbvios de sempre.

 Una avventura di Milano, parte 3O castelo é na verdade uma fortificação, que séculos atrás servia de fortaleza para proteger a Milão. Pintura, escultura e arte em cerâmica são separadas por períodos e ajudam a contar um pouco sobre as guerras e invasões que compõem a história milanesa.

Em uma das salas do castelo, é possível admirar um teto azul pintado por Leonardo da Vinci, além de peças de arte sacra datando de diferentes períodos.

Veja a galeria, clique nas fotos para ampliá-las.

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SOBRE o PL

O Passaporte voltou, sempre interagindo com seus seguidores, com dicas e informações do mundo da moda, beleza, turismo e decoração, com um olhar de quem vive buscando o inusitado!

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