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Conheça Freiburg, a cidade mais ensolarada da Alemanha

Conheça Freiburg, a cidade mais ensolarada da Alemanha

Conheça Freiburg, a cidade mais ensolarada da Alemanha

A primeira vez que fui em Freiburg, Alemanha, foi em 2007-2008. Na época só passei uma tarde lá, mas achei a cidade bem lindinha. Recentemente voltei a visitar e tive a oportunidade de andar bastante pelo centro histórico, e de olhar a povoação urbana do alto do Schlossberg. O verdadeiro nome do município em alemão é Freiburg im Breisgau (Freiburg em Brisgóvia, em português) e ele fica às margens oeste da famosa Floresta Negra, no sudoeste do país. Mas em português e no Brasil é mais conhecida como Friburgo, uma cidade universitária, famosa pelas práticas ambientais sustentáveis (uma das mais reconhecidas da Europa), qualidade de vida e por ser a mais quente e ensolarada da Alemanha. A universidade local data do período do Renascimento. 

A Floresta Negra é o cenário dos contos de fada dos irmãos Grimm, além de ser o local de origem o famoso bolo de chocolate floresta negra: camadas de chocolate intercaladas com creme e cerejas. Ao redor da Floresta Negra há várias cidades termais, turísticas e spas. A própria floresta oferece muitas belezas como o Titisee, o maior lago da floresta e um dos locais mais lindos dali. Mas em português e no Brasil é mais conhecida como Friburgo, uma cidade universitária, famosa pelas práticas ambientais sustentáveis (uma das mais reconhecidas da Europa), qualidade de vida e por ser a mais quente e ensolarada da Alemanha. A universidade local data do período do Renascimento. 

A igreja-matriz, ou Catedral de Freiburg, se destaca na paisagem, mesmo há quilômetros de distância é possível ver a construção em estilo gótico, iniciada no ano de 1200. Se puder, entre na igreja, que tem uma nave bem grande e arcos gigantescos, além de inúmeros detalhes arquitetônicos e janelas com afrescos minuciosos que valem a pena conferir. 

Curiosidade: a torre da catedral de Friburgo, com seus 116 metros de altura, é a única torre de igreja gótica na Alemanha que sobreviveu intacta até os dias atuais (resistiu até mesmo à Segunda Guerra). Ela foi terminada no ano de 1330.

O centro histórico de Friburgo é uma graça com suas casas coloridas e telhados envergados. Canais de água límpida correm pelas principais ruas, tornando a caminhada muito gostosa com o constante som de água corrente. Esta, que vem do Dreisam, um rio de 29 quilômetros com vários pontos para recreação e entretenimento ao ar livre. 

O prédio da prefeitura é tão bonito que parece uma maquete. Todo vermelho o edifício da Rathaus (Rathaus é prefeitura), data de 1520-21. Caminhe pelas ruas da cidade velha. Visite a Augustinerplatz. Você vai ver prédios antigos, arquitetura tipicamente alemã com aqueles ornamentos dourados, ruas estreitas e, ao olhar para o alto, um morro – o Schlossberg – de onde é possível ter uma vista deslumbrante da cidade. Precisa fôlego pra subir quase 500 metros íngreme, mas vale muito a pena. No local existe um elevador que pode te levar ao alto da colina caso esteja com criança pequena ou idosos, mas recomendo a subida a pé se puder. É  mais divertido e permite ir parando pra olhar, apreciar a vista e ainda tirar muitas fotos. Foi o que eu fiz e amei a aventura!

Aproveite também para andar muito pela Altstadt (cidade velha), pois são várias as zonas para pedestres onde carros não entram e é muito gostoso passear e olhar tudo de perto sem a interferência de veículos. 

Gastronomia de Friburgo

Estando Friburgo situada aos pés da Floresta Negra (Schwarzwald), advinha qual o bolo mais famoso por lá? Sim, o bolo floresta negra original nasceu aqui nessa região (não necessariamente em Friburgo) de floresta densa e escura, próxima ao Lago de Constança (Konstanz), região belíssima que vale ser explorada.. E é por essa delícia – encontrada em qualquer um dos bons cafés da cidade – que você pode começar. Pare em um café pra comer uma fatia de bolo. 

Por ser próxima já da fronteira com o Alsace, belíssima região francesa, a cidade alemã tem em sua culinária uma certa influência do país vizinho. Opções de comida não faltam, e uma das mais legais talvez seja comer as famosas salsichas alemãs grelhadas no mercado ao ar livre da cidade, que acontece diariamente ao redor da catedral. Experimente também a salada de carne acompanhada de pão preto. Um jantar tradicional em Freiburg pode ser o frango grelhado ao molho de cogumelos servido com Spätzle, uma espécie de massa de ovos semelhante a um macarrão. E claro, Freiburg também tem produção local de cerveja, então se você ama a bebida não deixe de experimentar! 

O que ver em Friburgo em um dia

– Jardim Botânico
– Universidade de Friburgo (Universität)
– Catedral de Friburgo (Freiburg Münster)
– Centro histórico (Altstadt)
– O museu Augustiner

Mas, se tiver mais tempo:
– Que tal uma aventura pela floresta negra?
– tire um dia para visitar o Bodensee (Lago de Constança)
– visite Vauban uma comunidade eco-sustentavel). 

Se você quer visitar a cidade em um ou dois dias sugiro que vá com roupa bem confortáveis e sapatos bons para andar bastante e subir a ladeira até o morro da cidade. Passear pela cidade pode ser um programa em família, sozinho ou a dois, mas se for em casal vale muito a pena subir no alto do morro para apreciar a vista com uma garrafa de vinho e ficar horas namorando vendo as primeiras luzes da noite surgirem.

O que mais te chama atenção na Alemanha? Tem alguma curiosidade sobre o país que você gostaria de saber?

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Conheça Riquewihr, cidade medieval na região do Alsace, França

Conheça Riquewihr, cidade medieval na região do Alsace, França

Sabe aqueles lugares que parecem saídos de um livro de fábulas? Essa cidadezinha francesa é um desses lugares. Conheça Riquewihr, cidade medieval na região do Alsace, França, e seus prédios e casinhas construídos há séculos e séculos, pintados em cores fortes; suas ruelas apertadas e restaurantes de comida típica de uma região fortemente influenciada pelas culturas alemã e francesa. A primeira menção à Riquewihr data de 1094

Visitei esse pequeno paraíso em março. Dormi uma noite e passei um dia na cidade passeando por suas ruas e fotografando os prédios lindos. A cidade está encrustada em uma pequena colina, e rodeada por vinhedos. Aliás, a região do Alsace é uma das famosas rotas de vinho na França. Recomendo visitar a região, que tive o prazer de conhecer em 2012. Passei por Estrasburgo, Savernne, Colmar, entre outras cidadelas pitorescas e igualmente lindas.

Riquewihr é uma das cidades mais visitadas da região. Na primavera e no verão fica especialmente florida, e o entalhe de madeira nas paredes dos imóveis dá um charme romântico ao lugar. A cidade tem 1200 habitantes, mas isso não significa pouca coisa para fazer. Se você curte explorar lugares pitorescos, saiba que Riquewihr tem muitos bares e restaurantes subterrâneos com atmosfera calorosa e comida deliciosa. Também e possível provar os vinhos da rota do Alsace em quase todos os estabelecimentos.

Andando pela cidade

Rue general du Gaulle – desça essa rua, que começa no Hotel de Ville, e é ladeada de casinhas magníficas. Pare no número 13 para observar esta belíssima casa do século XVI, em seguida se atenha no número 14 da rua, onde está a casa mais alta em enxaimel do Alsace.

La Dolder – fortificação de 25 metros de altura construída em 1291. Abriga o museu da cidade, com objetos que contam a história do local e de seus habitantes.

Tour de voleurs – a torre dos ladrões tem 18 metros e vale a visita para quem gosta de ver um pouco sobre a história da tortura e das punições nas idades medieval e média. O local abriga salas de tortura e cabines de guardas, com objetos e aparatos próprios de épocas passadas.

Rue du Cerf et Rue Saint Nicolas – ande por essas ruas para se maravilhar com as casa lindas, floridas e coloridas, seus arcos antigos e chão de paralelepípedos.

Castelo dos Wurtemberg – essa fortificação, construída no século XVI, vale a visita por abrigar o museu postal e retraçar a história das telecomunicações.

Recomendo a visita a Riquewihr a dois. A cidade é bem pequena e dá pra ver tudo tranquilamente em um dia, mas certamente você vai querer parar para aproveitar os restaurantes e provar alguns dos vinhos finos do lugar, além de entrar em algumas das poucas lojinhas locais. É perfeita para um fim de semana tranquilo no meio de vinhedos e cercada por séculos de história.

Você conhece ou tem o sonho de viajar para a França? Qual cidade ou região quer visitar?

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Hamburgo: Blankenese tem prainha com ares de riviera

Hamburgo: Blankenese tem prainha com ares de riviera

Algumas semanas atrás tive o prazer de viajar para o norte da Alemanha, mais precisamente para Hamburgo. Fiquei no bairro de Blankenese, um lugar lindo e agradável nos arredores de Hamburgo com direito a praia de areia e clima de riviera nas margens do rio Elba.

Hamburgo é considerada a segunda melhor cidade da Alemanha, perdendo apenas para Munique.

Não passeei pelo centro de Hamburgo e nem visitei atrações turísticas desta vez, fiquei apenas em Blankenese: andei por suas ruas arborizadas ladeadas por casas de tijolos vermelhos, casarões e parques lindos nas encostas do rio Elba. Vale dizer que Hamburgo é uma cidade histórica (qual cidade não é na Alemanha?), mas também é multicultural, natural, antiga e moderna, tudo ao mesmo tempo. O rio Elba, o verde das ruas e dos parques, e o lago Alster fazem de Hamburgo um lugar lindo. A gente até esquece que é uma cidade grande, com dois milhões de habitantes!

Uma coisa me chamou muita atenção: as enormes casas típicas do norte da Alemanha com seus telhados de palha natural, algo que tinha visto só em documentários! Muito diferente o revestimento natural. Vocês sabiam que a palha pode durar até 30 anos sobre o telhado? E ainda serve como isolante térmico. É possível ver esse tipo de construção por todo o norte do país, principalmente nas regiões fronteiriças com a Dinamarca, onde marinheiros dinamarqueses e alemães construíam casas para quando se aposentassem. Algumas dessas cidades parecem saídas de um filme de época!

Voltando a Blankenese, qual não foi a minha surpresa ao ver, na prainha do bairro em pleno mês de abril, uma galera jogando vôlei de praia! Sério, gente, nem acreditei. Não era exatamente a cena que imaginei ver em Hamburgo, conhecida pelo clima chuvoso e cinza. Abril costuma ser um mês maluco por aqui, faz frio, calorzinho, chove, neva… estava uns 16 graus e a galera lá, firme e forte super no clima de praia batendo uma bola.

A prainha de Blankenese fica em uma pequena costa cheia de casas bonitas – algumas típicas, outras bem moderninhas. Bom mesmo é andar a pé, subir a encosta para apreciar o rio lá de cima ouvindo o canto dos pássaros. Quando o sol beija as águas do Elba fica a coisa mais linda. E se você tiver a mesma sorte que eu vai ter um barquinho à vela velejando bem na hora da foto, tornando qualquer filtro absolutamente desnecessário.

Também é possível andar de bicicleta por todo o caminho da prainha, ladeando a encosta, curtindo a paisagem e parando pra um café em um dos quiosques. O Strandperle é legal para uma cerveja gelada; pra quem prefere vinho tem e o estilo lounge na praia tem o Dock 13. Quer beber com o pé na areia? Vá no Ahoi Kiosk que oferece long drinks, pão fresco e bolos, além de vinhos. Outra opção é o Café Lüküs para uma fatia de bolo e um café rápido. É para de famílias com crianças e mochileiros de passagem.

E quem curte caminhar ou correr o local rende ótimas trilhas.

Como eu fui visitar uma pessoa muito especial em Hamburgo podem esperar que a cidade ainda vai render muitos posts por aqui.

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Passeando em Paris com carrinho de bebê

Passeando em Paris com carrinho de bebê

Paris é Paris, mesmo com carrinho de bebê. Andar pela cidade empurrando o pequeno não é problema, pelo contrário. É bastante agradável, com calçadas largas e planas, muitos parques e pracinhas de jogos, e muita coisa para ver! E quando cansar, é só parar num café e dividir un pain au chocolat com seu baby.

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Eu adoro andar a pé, gente! Acho um desperdicício ficar underground numa cidade maravilhosa como Paris. Porém, é uma cidade relativamente grande, e usar o metrô é uma necessidade real. Aliás, o metrô funciona bem e cobre a cidade inteira. O inconveniente de sair com carrinho de bebê de metrô, é que a maioria das estações são antigonas e não tem elevador. Resultado: se estiver sozinha, vai se ver parada em frente às escadas, esperando pela boa vontade alheia. Mas, não se preocupe, ao ver uma situação dessas, os parisienses param e oferecem ajuda.

Eu não tenho nenhum problema em sair e contar com a ajuda de estranhos para levantar o carrinho nas escadas. Sou despachada e acho que confraternizar com estranhos é uma ótima maneira de “se apropriar” da cidade, de viver localmente. O João Marcelo fez dois anos e anda e corre que é uma beleza. Porém, ainda preciso do carrinho. Quando ele cansa pede colo. E queridas, dar colo para um meninão de mais de 13 kg é dor nas costas na certa, kkkk. E no carrinho ele tira sonequinha e dá um refresco pra mamãe aqui tomar um café ou babar nas vitrines de moda.

IMG_9703 Marcelinho, causando em Saint-DenisIMG_9746 Uma rua em Saint-DenisIMG_9739 IMG_9722 IMG_9751 Uma das coisas de que gosto é andar pelos mercados e ver a diversidade das especiarias, queijos e vinhosIMG_9754 Mesmo que você conheça pouco a cidade e não souber onde ir, a Champs-Elysées está aí pra ajudar. Subir de um lado até o Arco do Triunfo, e depois descer do outro até a Place de la Concorde é um programa delicioso. As pessoas, as vitrines, as línguas, a arquitetura. Tudo impressiona.IMG_9768Marcelinho sendo ele mesmo…
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Na Champs-Elysées é comum ver esses carrões estacionados para os turistas darem uma voltinha (paga). Resolvi brincar de rica… he he.IMG_9801 IMG_9784 IMG_9828

Paris oferece bons programas para crianças, além de ter parques ótimos para piqueniques ou para dar a meninada correr solta. Logo mais falarei deles.

au revoir

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