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Vida profissional, maternidade e pandemia: como as empresas podem ajudar

Vida profissional, maternidade e pandemia: como as empresas podem ajudar

É sabido que muitas empresas ainda têm problemas em contratar mulheres que são mães, inclusive algumas sequer querem contratar mulheres. A própria ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, foi questionada por um radialista sobre seus planos de engravidar e ficar de licença durante sua gestão, algo que jamais seria perguntado a um homem. A gente torce – e trabalha – para essa realidade mude. De acordo com a Corporate Women Directors International, na América Latina, menos da metade das 100 maiores empresas (apenas 47) conta com pelo menos uma mulher nos conselhos de administração. Ainda bem que essas empresas não são a maioria, mas ainda que a presença feminina no mercado de trabalho seja alta (43% de acordo com o IBGE) não podemos fechar os olhos para o fato de nós, mulheres, temos necessidades diferentes. E agora ainda mais com a pandemia do coronavírus e as mudanças trazidas por ela. Empresas mais avançadas e com uma filosofia de trabalho mais igualitária sabem disso. Quando se trata de mulheres, vida profissional, maternidade e pandemia neste ano de 2020 se entrelaçam. Mas o quê, de fato, as empresas podem fazer para apoiar as mulheres na maternidade, principalmente agora nesse período tão incerto? 

Eu sou mulher, mãe e trabalho aqui na Alemanha. Na empresa onde trabalhava existia muita consideração pelo fato de eu às vezes ter de sair mais cedo ou chegar mais tarde. Mas isso não era o suficiente. Eu trabalhava todos os dias das 09h às 18h, nunca podia buscar meu filho na creche e passava pouco tempo com ele durante a semana. Cheguei a negociar fazer home office duas sextas-feiras por mês, assim eu poderia dar a meu filho a alegria de ser pego pela própria mãe ao menos de vez em quando. Nunca aceitaram. Eu podia fazer home office esporadicamente em caso de doença ou outra necessidade, mas nunca de forma estruturada. O que isso nos diz? Em primeiro lugar que muitas empresas ainda não entenderam que mães têm necessidades diferenciadas, que trabalhar de casa de vez em quando é bom pra todo mundo, principalmente para a funcionária que passa mais tempo com o filho, fica mais feliz e produz mais e melhor. 

Bem, a pandemia deste ano veio e mudou tudo. Quem antes não queria autorizar as funcionárias a trabalharem de casa agora se viu forçado a adotar o home office. E nessa de trabalhar de casa, ser mãe ou não ter filhos se tornou irrelevante para as empresas.

O temido risco de chegar atrasada todos dias, de ter de sair mais cedo com frequência ou de não ir trabalhar perdeu espaço. De casa, mulheres conciliam maternidade e trabalho de forma mais justa e organizada, dividem melhor seu tempo e podem dedicar mais tempo aos filhos. Mesmo que ter as crianças em casa o tempo todo represente um certo nível de estresse durante a quarentena. Mas nem todas as empresas eram fechadas para as necessidades das mães. É muito bom saber que tem empresas que levam a maternidade em consideração e criam políticas específicas para funcionárias com filhos. Como as empresas podem apoiar – e ajudar as mulheres na maternidade?

Mudanças na cultura corporativa 

Não adianta se dizer igualitária se a cultura corporativa da empresa incentiva homens em posições de chefias e mulheres em posições subalternas pelo fato de as mesmas terem filhos, engravidarem e saírem de licença-maternidade. Na última empresa em que trabalhei senti que havia um pouco isso, vira e mexe ouvia do meu chefe “Sei que você tem um filho, mas é importante estar aqui todos os dias às 09h…” Não durei nem três meses nesta empresa, pois não gostei do ambiente de trabalho. 

Ampliar a licença-maternidade e paternidade

Aqui na Alemanha, o “Elternzeit”, que pode ser traduzido como “tempo dos pais”, o equivalente a nossa licença-maternidade varia de um a três anos. Em 2008, o Programa Empresa Cidadã ampliou de quatro para seis meses a licença-maternidade aí no Brasil. Mas se considerarmos que muitas mães amamentam por um período bem mais longo, esses seis meses são suficientes? A licença-paternidade também passou de 15 para 20 dias. Mas a adesão ao Programa Empresa Cidadã é opcional ou seja: não é lei. 

Aleitamento materno

E já que amamentar pode ir muito além dos quatro meses de licença garantidos pela lei, que tal as empresas criarem salas específicas para o aleitamento materno? E caso isso não seja possível, ao menos um ambiente preparado para as mulheres extraírem leite e o guardar com segurança até o momento de irem para casa. 

Jornadas de trabalho adaptadas

Algumas empresas já entenderam que a maternidade – principalmente a volta ao trabalho após o nascimento do bebê – é um período bastante delicado e conturbado. Por isso, multinacionais como Volvo e Novartis têm programas de volta ao trabalho com carga horária flexível, jornada reduzida e home office parcial nos primeiros meses. 

Auxílio financeiro

Oferecer às funcionárias um suporte financeiro em forma de auxílio-creche é uma ótima ajuda, pois muitas mulheres precisam pagar para alguém cuidar de seus filhos enquanto trabalham. E se a funcionária já ganha pouco, o que resta no fim do mês depois do gasto com uma pessoa para cuidar do filho, muitas vezes nem compensa a mulher trabalhar fora. No meu caso, aqui na Alemanha todas as famílias recebem uma bolsa-criança do governo até a idade de 21 anos, independente da classe social. É uma senhora ajuda para cobrir gastos com creche, alimentação e escola, e embora não seja oferecida pelas empresas, mostra como políticas públicas também podem entrar na jogada e dar um pouco mais de fôlego para as mulheres com filhos

Home office durante a pandemia

Empresas precisam entender que trabalhar de casa com crianças 24h por dia em casa não é fácil. Por isso, neste período de pandemia, muitas vezes os melhores horários para trabalhar são depois das 20h, quando os pequenos vão pra cama, ou muito cedo, antes de eles se levantarem. Daí a necessidade de negociar prazos e entregas diferenciados. Por exemplo, o horário das 08h às 12h é conturbado para mães que estão de home office com os filhos em casa. É hora de café da manhã, organização da casa, definição do que farão as crianças e do almoço. Já o período da tarde, das 14h às 18h é mais tranquilo, com as crianças vendo TV ou fazendo alguma atividade no tablet para dar um sossego e as mães poderem trabalhar. Compreensão é o segredo aqui. 

Na sua opinião, o que mais está faltando as empresas fazer para apoiar as funcionárias que são mães? Já teve alguma experiência profissional ruim por ser mãe? Responde aqui pra mim. 

Quer ler mais sobre o assunto dentro da realidade brasileira? Clica AQUI e AQUI

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Cinco apps de relacionamento para usar no mundo pós-pandemia

Cinco apps de relacionamento para usar no mundo pós-pandemia

Olha eu aqui de novo pra falar de paquera e relacionamentos. Assunto dos bons, hein? Espero que provoque tantas risadas quanto o post de dias atrásE aí, quantas horas por dia vocês passaram em apps como Tinder, Badoo, Bumble, Lovoo? Atualizaram bem os contatinhos? Confessem!! Mas sério, acho que se antes os aplicativos de relacionamento conheceram um boom gigantesco por facilitarem a troca de contatos e a interação antes mesmo do encontro físico, agora com a pandemia da Covid-19 eles ganham uma outra importância. Em um mundo impactado por um vírus altamente contagioso onde, dificilmente, voltaremos à tal “normalidade” de antes, a paquera in loco, o flerte presencial, o “ficar” na balada ou no barzinho infelizmente se tornaram uma coisa perigosa. Beijar e abraçar estranhos na noitada virou arma e na atua conjuntura pode ser letal. Pelo menos até encontrarmos uma vacina contra esse vírus maldito.

E é nesse contexto que os apps de relacionamento e paquera vão crescer. Com países inteiros em quarentena mundo afora, a única maneira de continuar conhecendo pessoas e investindo na paquera é através dos apps. Aí quando esse pesadelo acabar, finalmente poder encontrar aquela pessoa com quem você vem conversando e trocando fotos há tempos. Mas até lá já sabe: #ficaemcasa

De acordo com uma pesquisa do Happn Brasil, realizada em 2018, 60% dos brasileiros fazem uso de apps de relacionamento! É muita gente! E em época de distanciamento social a busca por esse serviço subiu. O distanciamento físico aproxima as pessoas no mundo virtual como temos visto nas lives, vídeo conferências e afins. Mas você conhece o perfil dos aplicativos mais usados no Brasil? Sabe em qual deles é mais fácil achar diversão casual ou em qual plataforma as chances de encontrar seu próximo namorado (a) são maiores? Tem aplicativo que realmente favorece encontrar o amor ou é tudo focado em sexo sem compromisso? Calma, vamos fazer uma análise bem rapidinho aqui dos cinco apps mais usados no Brasil. Aí você decide qual deles casa melhor com o que você busca no momento, combinado?

  1. Tinder (IOS, Android)
    Campeão absoluto no quesito paquera, o Tinder é um fenômeno mundial e mudou completamente a maneira como as pessoas buscam parceiros online. Na minha opinião pessoal, o Tinder tornou tudo mais superficial, visto que muitos não querem investir tempo conhecendo alguém, já que é mais fácil voltar de novo pro celular e deslizar para o próximo. Mas o app também deixou tudo mais fácil e rápido. Nunca foi tão fácil encontrar pessoas novas e expandir a rede de contatinhos. Intuitivo e fácil de usar, tem fama de ser bom para encontros casuais. Mas claro, há histórias de amor nascidas no Tinder. Tudo é possível.
  2. Happn (IOS, Android)
     Perfeito para atualizar a lista de crush do momento. Uma particularidade desse aplicativo é que ele te permite identificar uma pessoa que passou por você na rua, caso essa pessoa também use o app. Legal, né? Como o Tinder, o app trabalha na base da reciprocidade: a pessoa só recebe mensagens de quem também se interessou por ela.
  3. Par perfeito (IOS, Android)
    Eu lembro do Par Perfeito anos atrás, muito antes da era Tinder. Era um site de relacionamentos bem popular no início dos anos 2000 e que há alguns anos migrou para o celular. Naquela época costumava ser um serviço para quem buscava relacionamento sério, o tal par perfeito 🙂 O Par Perfeito fez tanto sucesso que virou programa de TV. Se é isso o que você busca, algo sério, por que não investir? O app apresenta, diariamente, uma lista de usuários que se encaixam no seu perfil. Acho legal isso, de você ver perfis por afinidade.
  4. Badoo (IOS, Android)
    É um dos apps mais usados no mundo e também começou como site até virar aplicativo de celular. O Badoo permite descobrir quem está perto de você. Na versão website eu usei algumas vezes, mas achei que o nível da galera deixava a desejar. O perfil do app é semelhante ao do Tinder.
  5. Grindr (IOS, Android)
    Esse eu nunca usei, mas isso porque o app foca no público LGBT. Mas tenho amigos que já usaram e aprovaram. O usuário pode atribuir estrelas aos perfis que gosta e a geolocalização também ajuda a dar match em quem está mais próximo de você. Tem uma versão paga que oferece mais funções.

Esses são só os cinco mais usados no Brasil. Apps de relacionamentos existem às centenas e para todos os gostos. Eu já me aventurei muito no Tinder, já tentei o Badoo (versão website) e alguns apps mais nichados por faixa etária e nível de educação, mas no fim, sempre que me vejo querendo conhecer pessoas novas o Tinder acaba sendo a opção mais fácil. Qual vocês usam? Tem alguma história com final feliz pra contar aqui pra mim?

 

Foto: Andrea Piacquadio do Pexels
Foto: vjapratama do Pexels

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10 músicas pra superar um fora e fortalecer a autoestima

10 músicas pra superar um fora e fortalecer a autoestima

Tem música pra tudo nessa vida, não é não, gente? Eu sou daquelas que precisa de trilha sonora em todos os momentos. Se pra chorar até a última lágrima a gente dá play naquelas letras suicidas lindas de viver e deixa o choro correr, na hora de dar a volta por cima não poderia ser diferente. Foram semanas, talvez meses de tristeza sem fim, vazio na alma e aquela sensação de que ninguém mais no mundo iria fazer você se sentir como ele te fez sentir. Mas é chegado o momento da volta por cima. O amor próprio cresce. A vontade de “sair” pra vida reaparece. A autoestima dança ao som de Dua Lipa. A gente não está totalmente curada. O dito cujo ainda está lá no fundo da nossa cabeça, mas dói menos. Uma alegria de viver tímida aparece de vez em outra. A urgência em “vou dar o troco”, “vou mostrar que tô arrasando” surge, e a gente quer algo pra impulsionar esse recém-adquirido sentimento de liberdade e libertação. O que poderia ser melhor que aquela música com a letra e o ritmo certos para nos fazer querer sair por aí mostrando que sim, renascemos e estamos ainda melhores que antes? Tchau, querido!

Eu, que passei por um término em 2019, sei o quanto a música me ajudou nos piores momentos. Ela me ajudou a chorar de soluçar até dormir, me ajudou a me sentir mais poderosa, me ajudou a entender que a vida não tinha acabado por que um simples fulano não me queria mais, e por fim me ajudou a ver que, por mais duro que o inverno seja, a primavera sempre vem. E floresce. E lembre-se: o fato de uma pessoa não querer ficar com você não tem nada a ver com você, não tem nada de errado com você. É uma escolha dela. Portanto, erga a cabeça e abra espaço pro novo. A seguir, a minha playlist pra superar legal um fora e seguir sendo a rainha que você nasceu pra ser.

Me segue lá no Spotify.

Playlist – Rainha renascida 

  1. Dua Lipa – New Rules
  2. Ariana Grande – Next
  3. Mabel – Don’t call me up
  4. Pussycat Dolls – Hush hush
  5. Dua Lipa – Don’t start now
  6. Ariana Grande – No tears left to cry
  7. Pussycat Dolls – I don’t need a man
  8. Dua Lipa – IDGF
  9. Sigalla & Beck Hill – Wish you well
  10. Ally Brooke – Higher

Quais músicas te fazem se sentir bem e no topo do mundo?

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10 mulheres que conquistaram o sucesso depois dos 35

10 mulheres que conquistaram o sucesso depois dos 35

Sucesso tem idade? Se você, como eu, já passou dos 35 faz tempo, provavelmente já se pegou pensando que aquele sonho, aquele objetivo que ainda não foi alcançado ficou para trás. Diariamente somos bombardeadas com a ideia de que o sucesso está ligado à juventude. A idéia de que é nos 20 e poucos que tudo acontece. Em um mundo onde Instagramers de 15 anos andam fazendo mais dinheiro por mês do que nosso salário anual, resolvi vir aqui mostrar que tem muita mulher de sucesso por aí que só conseguiu chegar lá depois dos 35, 40 e até dos 50 anos de idade. Calma, ainda há esperança para nós! 

Sucesso é algo muito subjetivo, não tem o mesmo significado pra todo mundo. Para algumas pessoas viver um relacionamento dos sonhos, ter um filho, fazer o que gosta e conseguir viajar uma vez por ano é sinônimo de sucesso. Para outras, ter um carro caro, jantar fora todo fim de semana, ser reconhecido na rua e ter uma conta bancária gorda também é prova de sucesso na vida. Já outros preferem fazer o que amam – mesmo que isso não represente grandes ganhos financeiros -, morar perto da família, viver próximo à natureza e para eles o sucesso reside exatamente no fato de ter uma vida simples, mas cheia de significado. Não há nada de errado com essas visões. Cada pessoa tem um termômetro para o sucesso que não necessariamente é igual ao meu ou ao seu, mas aqui, resolvi falar de mulheres que conquistaram destaque e reconhecimento depois dos 35 anos. Mulheres que ralaram, foram atrás e fizeram acontecer.

Mulheres que conquistaram o sucesso depois dos 35A lista abaixo traz nomes conhecidos do grande público, mulheres incríveis que viraram referência dentro do que fazem, conseguiram dinheiro, fama e reconhecimento beeem depois dos 30. Por isso, nada de se achar velha pra ir atrás daquele sonho antigo, para retomar contato com o homem mais fodástico que você já conheceu na vida, iniciar seu próprio negócio, voltar a estudar ou dirigir um carro pela primeira vez aos 60. Não seja prisioneira da sua idade 🙂

Kerry Washington – A maravilhosa Olivia Pope, de “Scandal”. Eu amo Scandal só por causa dela. Pois então, a nossa musa conseguiu o papel que lhe traria reconhecimento aos 35 anos de idade, depois de ralar muito em papéis menores na TV. Hoje, aos 41, ela diz que nem de longe pensa em parar e que ainda falta muito pra atingir todo o seu potencial.

Vera Wang – Se você é, foi e sempre será fã de “Sex & the City” como esta que vos escreve deve se lembrar do vestido que a Carrie usou no shooting da Vogue no primeiro filme. E o que ela usou para casar também – embora o casamento não tenha acontecido (oh, Mr. Big teve um surto de indecisão no carro a caminho da cerimônia). Vera Wang é uma das designers de moda e de vestidos de noiva mais celebradas do mundo. Antes da fama, ela foi patinadora artística e até jornalista. Foi somente aos 40 anos, prestes a se casar, que ela resolveu dar asas ao sonho de desenhar vestidos de noiva. Suas criações já apareceram em vários filmes, e seus vestidos se tornaram o desejo de mulheres mundo afora.

 

Viola Davis – Ela passou fome e cresceu na pobreza. Os discursos dela em recentes premiações mostram uma mulher forte, inteligente e empoderada para quem o sucesso começou a acontecer aos 43 anos de idade, ao ser indicada para o Oscar de melhor atriz coadjuvante. Aos 49 anos, seu nome se popularizou por causa da série “How to get away with murder”. Viola é uma daquelas mulheres que quando vai falar, eu sento e paro pra assistir. Vencedora! 

 

Susan Boyle – Susan é uma das minhas favoritas nessa lista. Aos 48 anos participou do “Britain’s got talent” e, contrariando TODAS as expectativas do público e do júri, surpreendeu à todos e se tornou um sucesso. Terminou o programa em segundo lugar, assinou com a Sony Music e lançou três álbuns. Apenas o primeiro deles vendeu 10 milhões de cópias no mundo, dando a ela uma citação no Guinness – o livro dos recordes – como a britânica mais velha com um álbum no topo das paradas. Em apenas dois anos ela vendeu um total de 14 milhões de CDs. Eu amo a história da Susan. Quem não lembra a cara de enfado do Simon Cowel quando a viu no palco? Aí ela foi e mostrou que idade e aparência são apenas detalhes diante de tanto talento. 

 

Meg Whitman – Executiva de várias empresas como Disney, Hewlett Packard e Procter & Gamble, foi no eBay que ela conheceu o sucesso absoluto. Como CEO da empresa de 1998 a 2008, foi responsável por transformar uma pequena empresa de 30 funcionários em uma multimilionária corporação de mais de 15 mil colaboradores e uma receita anual de 8 bilhões de dólares.
Aos 63 anos tem uma fortuna estimada em 3.2 bilhões de dólares. Se você acompanha o mundo digital sabe que o eBay pode ser classificada como uma das empresas que vem revolucionando o jeito de se fazer comércio online.

Brasil


Heloísa Helena de Assis
– Se você tem cabelo crespo certamente já ouviu falar do Instituto Beleza Natural.
A Zica, como é mais conhecida, que não era boa aluna de química, mas desenvolveu sozinha a fórmula de alisamento usada no Beleza Natural, é daquelas mulheres que quando encasquetam com uma idéia vão até o fim. De ex-empregada doméstica à uma das 10 mulheres mais influentes do Brasil pela revista Forbes, a história da Zica inspira, porque ela saiu de uma situação de vulnerabilidade (3 filhos pequenos e uma renda baixa), fundou um salão no quintal de casa após juntar economias, e o que se seguiu foi uma história de sucesso incrível, transformando-a em uma empresária que fatura na casa dos milhões. Por mais Zicas nesse país.

Dilma Roussef – A ex-presidente do Brasil não era uma figura política popular até a eleição de Lula. Foi somente depois dos 50 que ela assumiu cargos de confiança no alto escalão do Executivo Federal. Primeiro, foi ministra de Minas e Energias, mas foi como Chefe da Casa Civil que Dilma ganhou projeção nacional. Em 2011, fez história ao se eleger, aos 64 anos, a primeira mulher presidente do Brasil. Representatividade, precisamos e queremos. Idade não pode e nem deve ser um fator limitante. Se tornar a primeira presidente mulher do país em uma idade em que se espera que as mulheres se recolham ao papel de avó ou senhora aposentada é um feito. E dos grandes. 

Sônia Hess – Apesar de ser a sexta filha dos donos da Dudalina, a empresária só se tornou presidente da empresa em 2003, já uma executiva madura e experiente. Ela foi responsável por construir a marca de moda Dudalina. A empresa, que antes focava na produção de camisas masculinas e atuava no atacado, se tornou referência na moda feminina para o mercado profissional, abriu lojas próprias e passou a exportar. Anualmente vende em torno de 500 milhões de reais. A Dudalina hoje é uma marca respeitada e muito conhecida. Já faz alguns anos que Sônia deixou a empresa, mas ela continua inspirando mulheres Brasil afora, advogando em favor dos direitos da mulher e promovendo o empreendedorismo feminino. Vai Sônia!

 

Cristina Palmaka, comandante da SAP Brasil – Foi depois dos 40 que ela se tornaria a executiva máxima da SAP Brasil, um dos braços mais importantes da empresa alemã. Se a gente considerar o mundo corporativo dos superexecutivos ela é uma jovem exceção, é um feito e tanto. Cristina trampa desde os 16 anos, tendo passado pela Compaq (quem lembra dessa empresa?), Microsoft e Phillips. A CEO da SAP Brasil é também uma corredora e já participou de 11 maratonas! Foco, força e objetivo. Qualidades que serviram Cristina na vida profissional e pessoal. 

 

Luiza Trajano, Magazine Luiza – Aos 40 anos, em 1991, ela assumiu o comando da empresa, mas já trabalhava desde os 16 tendo começado como balconista. Mas foi mesmo em 2008, ao se tornar presidente da rede, que alcançaria o ponto mais alto de sua carreira. Luiza é lembrada por muitos como uma mulher que gosta de inovar e pelo contato direto com as pessoas. Por a exemplo, já em 1992 clientes do Magazine Luiza podiam escolher na loja, pelo computador, produtos não expostos, método de vendas ainda utilizado em algumas cidades menores. Luiza chegou a receber um convite da então presidente Dilma Roussef para ser ministra da Micro e Pequena Empresa, que recusou. 

E aí, a lista inspirou? Se você ainda duvida que é possível fazer – MUITO – sucesso depois dos 35, 40 ou dos 50, joga os nomes a seguir no Google. São mulheres incríveis com histórias que mostram que força de vontade, garra, trabalho e sucesso podem vir em qualquer idade. Não desista de seus objetivos por causa da idade e nem deixe que outros a usem contra você. Você pode e deve ser o que quiser aos 40, 50 ou 70! 

Vivienne Westwood – Designer de moda
Ariana Huffington – Fundadora do “The Huffington Post”
Anna Wintour – Legendária diretora da Vogue EUA
Martha Stewart – Empresária, apresentadora e empreendedora americana
J.K. Rowling – Autora da saga “Harry Potter”
Michelle Obama – ex primera dama dos EUA
Angela Merkel – primeira ministra da Alemanha

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Como não amar a empoderada atriz Lupita Nyong’o?

Como não amar a empoderada atriz Lupita Nyong’o?

Pois é, como não amar a empoderada atriz Lupita Nyong’o? Foi lá nos idos de 2013 que a gente ficou conhecendo essa moça linda e talentosa que arrasa no tapete vermelho. Eu lembro do primeiro red carpet da Lupita, já famosa e naquele vestido azul claro Prada. Eu mal a conhecia, mas fiquei muito feliz por ela ter levado o Oscar. Mas não é só de troféus e vestidos deslumbrantes que é feita a carreira da atriz. Lupita é muito bem educada! Tem bacharelado em Filme e Teatro pela Hampshire College, nos Estados Unidos, e mestrado pela Yale School of Drama (Yale é uma universidade do grupo das Ivy League, o supra-sumo da educação superior americana). Além de atuar ela escreve, produz e dirige. Lupita é multitarefas.

(Photo by Steve Granitz/WireImage)Como não amar a empoderada atriz Lupita Nyong'o?

Mas sabem o que eu acho o máximo na Lupita? Ela ser ela mesma. Precisamos tanto de símbolos que nos representem de forma natural, sem ter de recorrer ao conhecido processo de “enbraquecimento”, que consiste em fazer de tudo para deixar a beleza negra ao gosto do padrão de beleza branco. E o melhor é saber que marcas como Lâncome estão investidos em belezas fora desse padrão.

Lupita é empoderada porque tinha tudo pra se tornar mais uma atriz do nicho das latinas e exóticas que não conseguem fugir de papéis caricatos. Ela é queniana, nascida no México mas criada no Quênia. Estudou, se formou, levou o Oscar no primeiro papel de destaque que teve e virou o rosto da tradicional francesa Lâncome. Virou também ícone fashion no tapete vermelho, emplacando um arraso atrás do outro, e ícone de beleza. E virou referência pra quem não se via em propaganda de marcas de cosméticos de luxo, pra quem não se imaginava em vestidos deslumbrantes de grifes ou ganhando um Oscar. Lupita é a prova de que representatividade importa. E muito.

Como não amar a empoderada atriz Lupita Nyong'o?

Como não amar a empoderada atriz Lupita Nyong'o?

Além de linda e talentosa, Lupita é inteligente, fluente em espanhol, inglês, luo e swaiili (duas línguas africanas). De acordo com um trecho sobre a vida da atriz publicado na Wikipedia, uma garota africana escreveu pra Lupita dizendo que estava para comprar um creme para clarear a pele, mas aí a Lupita surgiu no mapa das celebridades e literalmente salvou a pele da garota. Referência clara à representatividade e a importância de ter modelos para se identificar. Só por isso Lupita merecia outro Oscar!

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O que queremos? Mais Lupitas.
Do que precisamos? De representatividade.

Empoderada.

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Vídeo – Comprando produtos de beleza de farmácia em Munique

Vídeo – Comprando produtos de beleza de farmácia em Munique

Hallo minhas queridas e queridos.

Vídeo – Comprando produtos de beleza de farmácia em Munique. Isso mesmo, aleluia, saiu vídeo novo. Que esse canal meu tá de rosca e fico eras sem postar nada, mas agora vai. Porque entendi que não preciso de uma superprodução nem de uma super câmera para fazer meus vídeos. Vai simplezinho mesmo, e vai melhorando conforme o canal for crescendo. Vou postar muita coisa sobre a vida em Munique, aguardem.

Vídeo - Comprando produtos de beleza de farmácia em Munique

Então, queria mostrar pra vocês umas coisinhas simples que comprei, mas que custam baratinho e quebram um super galho em Munique, Alemanha. Produtos de perfumaria e farmácia baratos para quem tá com pouca grana, chegou aqui há pouco tempo e não sabe direito o que comprar.

Também dou dica de dois produtos para cabelo que achei na TK Maxx, em Munique, não muito caros e que fazem um bom trabalho no cabelo crespo. Tirando os produtos para cabelo, todos os outros foram comprados na Rossmann, uma perfumaria bem popular aqui. A Rossmann tem de tudo, desde cosméticos e produtos de higiene, até secadores de cabelo e depiladores a laser. Também recomendo para comprar perfumes de grife, em média até 30% mais baratos que em lojas mais chiques.

Espero que gostem. E se gostarem, curtam e compartilhem.
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Secador: Ideen Welt – na Rossmann
Máscaras faciais: Cien – na Rossmann
Base DermaBlend – Vichy
Máscara capilar de abacate e oliva 2Chic: Giovanni na loja TK Maxx
Creme leave-in de macadamia: Macadamia Beauty na loja TK Maxx
Esfoliante: Wellness & Beauty – na Rossmann

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