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Tommy Hilfiger x Zendaya traz de volta os anos 70

Tommy Hilfiger x Zendaya traz de volta os anos 70

Aconteceu neste 08 de setembro o aguardado desfile da nova colaboração da marca americana Tommy Hilfiger com a atriz e cantora Zendaya Coleman. A coleção mostrou a leitura da parceria para o outono 2019 e gente, as peças estão incríveis. A própria Zendaya já entrou arrasando de terninho – calça e blazer e botas em estampa bege e marrom. O efeito foi um monocromático sexy e chique. O evento, cujo nome é TOMMYNOW – ‘See Now, Buy Now’, ou “Veja agora, compre agora”, traz coleções que estão prontas para compra nas lojas logo após o desfile. O evento ocorreu no Harlem, por sugestão de Zendaya, e a marca se disse feliz com a ideia, que reforça a política de diversidade e inclusão apoiada pela grife. É a segunda parceria da artista com a tradicional grife americana.

 

Zendaya arrasou na escolha de várias modelos negras! Os anos 70 não estava somente nas roupas, nas cores, nos brilhos e nas modelagens, mas também no look das modelos, nos cabelos black power e até na presença surpresa de Grace Kelly! Antes do evento eu já tinha visto fotos da campanha no Instagram e fiquei completamente apaixonada pelo sobretudo xadrez que a Zendaya aparece usando nas fotos. Recentemente comprei uma calça jeans na C&A com a boca levemente mais larguinha. Nunca tinha usado o modelo e gente, tô amando! Alonga a silhueta e deixa a gente bem elegante. Sejam bem-vindos, anos 70! 

A seguir algumas fotos da coleção, meus looks favoritos. Mas para ver mais é só dar play no vídeo ali em cima.

 

Dá pra ser mãe, trabalhar fora e ter bons hábitos alimentares?

Dá pra ser mãe, trabalhar fora e ter bons hábitos alimentares?

Pergunta difícil, precisa de um post inteiro para respondê-la, mas a resposta é sim. Vamos là. Primeiro, qual a sua definição de bons “hábitos alimentares”? A minha é simples: me alimentar de forma regular, comer o menos possível de alimentos processados e o máximo possível de produtos frescos, cozinhar em casa e tentar diversificar o que meu filho e eu comemos. Isso nem sempre é possível, mas a gente segue tentando. 

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Meu filho toma café, almoça e faz o lanche da tarde na creche. Lá, todos os alimentos são bio e provenientes de um serviço de entrega de comida especializada em cardápios balanceados para crianças. Fico feliz e aliviada em saber que a alimentação dele está em boas mãos. Mas, estamos na Alemanha e aqui se come MUITOS embutidos. São dezenas de tipos de salsichas e frios, fora os patês – os chamados leberwurst. E como o Marcelinho também é alemão, tenho que levar isso em consideração na hora das compras. Por mais que eu queira, tem certas coisa que simplesmente não consigo eliminar do nosso cardápio, pois ele vive aqui e certos alimentos fazem parte do dia a dia da vida na Alemanha. Mas eu limito bastante o consumo. Por exemplo, se uma semana percebo que comemos frios demais, na próxima nem compro, incentivo as frutas  e priorizo os iogurtes. 

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Meu maior desafio é a janta: chego cansada, meu filho precisa ir pra cama cedo e nunca sei o que fazer. Estou aprendendo aos poucos a me tornar mais simples na cozinha, o que se traduz em investir em coisas rápidas e em menor quantidade de comida. Por exemplo, no Brasil na mesma refeição temos arroz, feijão, verdura , salada e uma carne. Aqui tive de aceitar que não consigo manter um cardápio assim diariamente. Não dá tempo, fora que eu tenho ganhado muita gordura na barriga, então reduzir a ingestão de alimentos à noite acabou sendo uma boa idéia. Lá em casa, à noite ou tem um arrozinho com saladinha e uma mistura, ou um bife, frango ou outra carne e uma verdura. 

Coisas que sempre funcionam, são rápidas e fáceis de fazer e as crianças amam: 

  • macarrão parafuso com abobrinha e atum 
  • ovos cozidos com as gemas temperadas com maionese, sal e coentro servido com arroz branco
  • salada caprese (tomate e mussarela), filezinho de frango e arroz
  • sanduíche de pão de forma integral com atum temperado com coentro, cebolinha, sal e um pouco de azeite
  • brócolis cozido, arroz com vagem e carne moída
  • quinoa (amo!) cozida com cenoura ou vagem e bastante alho e um bom bife.
  • batata cozida passada na manteiga com um bom omelete

São coisas simples que sempre dão certo.

Aqui na Alemanha é super comum levar marmita e eu levo a minha de casa. Além de economizar bastante (comer fora todo dia nunca sai barato no fim do mês e aqui não existe vale-refeição) eu meio que controlo assim a quantidade e o que acabo comendo. Mas claro, não sou nenhuma xiita e no meio da tarde rola sim um chocolatinho e um biscoitinho. 

Desde que voltei com 5kg a mais das férias do Brasil tenho tentado comer menos pão, o que aqui é um esforço tremendo. A Alemanha tem mais de 200 tipos de pães, acreditam? Um mais delicioso que o outro. Começo o dia com um copo de suco (minha marca favorita é a francesa Innocent), daí ao chegar ao trabalho como um iogurte com cereal, tomo meu café e lá pelas tantas uma fruta. Não faço isso todo dia. Tem dias que simplesmente quero comer um pão gostoso e não me privo. Adoro pão com manteiga!

🍉 🍌 🍎 

O fim de semana é quando aproveito para ir ao mercado, escolher as coisas com mais calma e cozinhar mais. Um hábito que quero desenvolver: cozinhar em grandes quantidades e ir estocando no freezer para usar durante a semana. Vocês fazem isso? Em quais receitas fáceis e gostosas vale investir?

Beijos!

Beauty bag de agosto – produtos de beleza do momento

Beauty bag de agosto – produtos de beleza do momento

Hey ladies, a beauty bag está de volta. Pra quem está chegando agora, a beauty bag é a nossa bolsa de beleza com os produtos que eu estou curtindo usar no momento e quero compartilhar com vocês. Olha, honestamente, foram tantas mudanças na minha vida, tantos acontecimentos, pessoas novas, casa nova, novos amigos, trabalho… que a beleza sofreu. A beleza interior ficou maior, amadureceu, ficou mais bonita. A exterior eu andei negligenciando, mas agora quero correr atrás do prejuízo.

Queria dividir aqui com vocês os produtinhos que tenho usado e gostado. Meu foco principal é o rosto, pois percebi que estou desenvolvendo melasmas e preciso cuidado total com a pele. Primeiro, quero começar falando dessa linha natureba vegana baratex comprada nas farmácias aqui em Munique, a Naturschön. Tudo feito com extrato de azeite de oliva, super suave e com textura boa. O creme para lavar o rosto – sim tem textura de creme – é muito legal, super suave e limpa de uma forma bem neutra. No começo, cheguei a me perguntar se a pele realmente estava limpa, mas isso é coisa de quem sempre usou aqueles géis cheios de espuma que deixam a pele com a sensação de esticada. Esse não é assim, e o amei por isso! O creme para os olhos não senti muita diferença não. Será que minhas ruguinhas estão ficando mais resistentes? Em todo caso, é um creme para o dia a dia, não promete retardar o envelhecimento, e nesse caso ele cumpre o que promete, que é hidratar. 

Agora a novidade: o óleo para o rosto! Já experimentaram trocar o tradicional creme hidratante por um óleo facial? Eu nunca tinha feito isso. Fiquei super com medo de manchar a pele, ficar cheia de espinhas ou com oleosidade extrema. Nada! Me surpreendi. O óleo é levíssimo e tem um cheirinho fenomenal. Uso principalmente à noite e ele deixa a pele muito macia. Usei-o de dia também sem maiores problemas, mas prefiro o uso noturno, porque a pele fica mais sequinha, a gente se movimenta menos e não soa tanto (aqui é verão agora!). Ainda estou usando a linha, mas não todos os dias, pois estou na fase do “agora quer experimentar as novidades e me atualizar”. Mas vale notar que aqui na Alemanha o clima é mais seco. Vocês já usaram algo parecido no Brasil? Tem alguma marca vegana de cosméticos que gostam e funciona bem num clima mais úmido? 

A Neutrogena lançou aqui uma linha nova chamada Detox que promete oxigenar e dar aquela refrescada na pele. Comprei o gel de rosto esfoliante e meodeos, que delícia de produto! Pensa numa bala halls refrescante num dia quente, agora imagina que seu rosto chupou um halls! Pois, é assim que a gente sente a pele depois de usar esse gel. O efeito esfoliante dele não é o ponto alto – esfoliação ultra suave, prefiro as mais potentes -, mas limpa o rosto muito bem e dá aquela sensação de pele oxigenada. Amei! Estava até pensando em jogar um pouco de açúcar quando for usar para potencializar o efeito esfoliante. Conto pra vocês se funcionou. 

Tenho outras novidades de beleza, mas vou deixar para outro post. Comprei uns produtos chineses meio que na dúvida e com medinho no site Ella Pick: o óleo para clarear manchas VQS – Orient Fragrance Science, um serum de ácido hialurônico e o creme para estrias RtoR – Mango. Estou usando tudo e vou compartilhar com vocês os resultados. Os comentários sobre os produtos eram excelentes e fiquei motivada a comprar. 

beijos!

Mulheres possíveis

Mulheres possíveis

A dificuldade em sermos nós mesmas em um mundo que insiste que sejamos iguais os outros.

Na minha viagem ao Brasil em maio, a Marcella, assessora do blog organizou vários ensaios fotográficos para produzirmos um material visual bacana para o Passaporte. Em um desses ensaios eu tinha de posar de calcinha e sutiã, o que já me deixou incerta horas antes. Mesmo nos ensaios de moda e beleza a insegurança foi alta. Afinal, após quase seis anos sem usar um bíquini eu iria ter que mostrar minha “mom belly” (barriga de mãe) na frente de um monte de gente. Os ensaios rolaram, não sem eu ficar envergonhada, tímida e procurando “desculpas” para o estado do meu corpo. Ser eu mesma com o corpo que tenho foi uma tarefa e tanto. Como pode ser tão difícil simplesmente sermos quem somos?

Voltei pra Munique e, semanas depois, as fotos chegaram. Na ceara de imagens algumas me chocaram. “Meu Deus, que barriga feia”, “Nossa, e essas estrias?” me questionei. Mas ao mesmo tempo tentava entender o por quê de eu me sentir assim, e comecei a me perguntar coisas que nunca havia me perguntado antes. Afinal, por que diabos a gente precisa sentir vergonha do que nosso corpo mostra? Meu corpo mostra que fui mãe, eu, Ana Paula, que sempre fui magérrima dei à luz a um bebê imenso de quatro quilos e meio e 53 centímetros. Meu corpo produziu algo incrível: uma pessoa! Isso, em hipótese alguma, deveria ser razão para nos sentirmos constrangidas. Pelo contrário! Nosso corpo carrega a nossa história, e negar nosso corpo é negar o que somos e o que vivemos. Eu gerei uma criança, a barriga esticou demais, depois encolheu. O resultado é uma barriga de mulher que deu à luz um bebezão, uma mãe, uma mulher possível.

Olhei novamente para aquelas fotos e disse pra mim mesma: “Esta sou eu, esta sou a pessoa que posso ser. Uma mulher real, com barriguinha e celulite que posa de lingerie, e não se esconde com vergonha de ser uma mulher real”. Antes de as fotos chegarem eu havia considerado a possibilidade de não publicá-las, acreditam? Se você é blogueira precisa ter o corpo de blogueira, a make de blogueira, o look de blogueira, o lifestyle de bloqueira, certo? Errado. Antes de ser uma bloqueira eu sou um indivíduo vivendo minha vida e lidando com meus desafios e limites pessoais. Mas e então, cadê o tal empoderamento, a tal autoaceitação que tanto pregamos? Pensei bastante sobre isso. Sou uma pessoa que tenta viver o que prega. Se eu falo de aceitação eu preciso começar a me aceitar melhor. Não é fácil ser quem somos em um mundo que insiste em nos mostrar que é preciso ser igual os outros: malhar como os outros, se maquiar como os outros, ter o corpão sarado dos outros. Está cada vez mais difícil sermos nós mesmas, mulheres possíveis, mulheres reais.

Tenho um filho de cinco anos, um emprego em tempo integral, uma vida pra levar. Nem sempre tenho tempo de me arrumar como gostaria (adoraria, pois amo maquiagem). Então tem aqueles dias que a gente tá montadinha, capricha no visual, e tem aqueles em que não sobra tempo para muita coisa. Basicamente o que quero dizer aqui é: culpe-se menos e aceite-se mais. 

Eu gosto de me vestir bem, de ter um rosto e um corpo legais, mas eu gosto também de ser uma mulher possível. E ser uma mulher possível significa aceitar que, dentro da minha vida hoje, eu preciso lidar com as limitações de ser uma mulher real. Essas limitações incluem acordar cedo para levar o filho na creche e ir trabalhar, chegar cansada à noite, cozinhar, ficar com o filho e tentar escrever no meu blog. A tal pausa para feminices acontece sim, mas é curta, se tornou secundária diante dos desafios de ser uma mãe separada vivendo em outro país. A mulher que eu sou é a mulher que eu consigo ser vivendo a vida que eu escolhi viver. É esta mulher que é possível que eu seja. Uma mulher que às vezes tá maquiada, às vezes não, que sai na rua com a aquele cabelão crespo de leoa, outras vezes com um coque desarrumado, porque faltou tempo pra ajeitar os fios. E aceitar que somos a mulher que a nossa vida possibilita que sejamos é libertador. A gente fica mais leve, foca nossos esforços naquilo que realmente importa, fica menos suscetível à críticas, não deixa que body shaming e padronização mexam tanto com a nossa autoestima. Faz um bem danado.

E para celebrar, aqui estão algumas fotos do corpo da mulher que me tornei. E aí, vamos deixar aquela mulher impossível de lado e focar na mulher real que somos? E vocês, como anda o relacionamento com o corpo? Comenta aqui e deixa sua opinião sobre o assunto.

beijos.

10 mulheres que conquistaram o sucesso depois dos 35

10 mulheres que conquistaram o sucesso depois dos 35

Sucesso tem idade? Se você, como eu, já passou dos 35 faz tempo, provavelmente já se pegou pensando que aquele sonho, aquele objetivo que ainda não foi alcançado ficou para trás. Diariamente somos bombardeadas com a ideia de que o sucesso está ligado à juventude. A idéia de que é nos 20 e poucos que tudo acontece. Em um mundo onde Instagramers de 15 anos andam fazendo mais dinheiro por mês do que nosso salário anual, resolvi vir aqui mostrar que tem muita mulher de sucesso por aí que só conseguiu chegar lá depois dos 35, 40 e até dos 50 anos de idade. Calma, ainda há esperança para nós! 

Sucesso é algo muito subjetivo, não tem o mesmo significado pra todo mundo. Para algumas pessoas viver um relacionamento dos sonhos, ter um filho, fazer o que gosta e conseguir viajar uma vez por ano é sinônimo de sucesso. Para outras, ter um carro caro, jantar fora todo fim de semana, ser reconhecido na rua e ter uma conta bancária gorda também é prova de sucesso na vida. Já outros preferem fazer o que amam – mesmo que isso não represente grandes ganhos financeiros -, morar perto da família, viver próximo à natureza e para eles o sucesso reside exatamente no fato de ter uma vida simples, mas cheia de significado. Não há nada de errado com essas visões. Cada pessoa tem um termômetro para o sucesso que não necessariamente é igual ao meu ou ao seu, mas aqui, resolvi falar de mulheres que conquistaram destaque e reconhecimento depois dos 35 anos. Mulheres que ralaram, foram atrás e fizeram acontecer.

Mulheres que conquistaram o sucesso depois dos 35A lista abaixo traz nomes conhecidos do grande público, mulheres incríveis que viraram referência dentro do que fazem, conseguiram dinheiro, fama e reconhecimento beeem depois dos 30. Por isso, nada de se achar velha pra ir atrás daquele sonho antigo, para retomar contato com o homem mais fodástico que você já conheceu na vida, iniciar seu próprio negócio, voltar a estudar ou dirigir um carro pela primeira vez aos 60. Não seja prisioneira da sua idade 🙂

Kerry Washington – A maravilhosa Olivia Pope, de “Scandal”. Eu amo Scandal só por causa dela. Pois então, a nossa musa conseguiu o papel que lhe traria reconhecimento aos 35 anos de idade, depois de ralar muito em papéis menores na TV. Hoje, aos 41, ela diz que nem de longe pensa em parar e que ainda falta muito pra atingir todo o seu potencial.

Vera Wang – Se você é, foi e sempre será fã de “Sex & the City” como esta que vos escreve deve se lembrar do vestido que a Carrie usou no shooting da Vogue no primeiro filme. E o que ela usou para casar também – embora o casamento não tenha acontecido (oh, Mr. Big teve um surto de indecisão no carro a caminho da cerimônia). Vera Wang é uma das designers de moda e de vestidos de noiva mais celebradas do mundo. Antes da fama, ela foi patinadora artística e até jornalista. Foi somente aos 40 anos, prestes a se casar, que ela resolveu dar asas ao sonho de desenhar vestidos de noiva. Suas criações já apareceram em vários filmes, e seus vestidos se tornaram o desejo de mulheres mundo afora.

 

Viola Davis – Ela passou fome e cresceu na pobreza. Os discursos dela em recentes premiações mostram uma mulher forte, inteligente e empoderada para quem o sucesso começou a acontecer aos 43 anos de idade, ao ser indicada para o Oscar de melhor atriz coadjuvante. Aos 49 anos, seu nome se popularizou por causa da série “How to get away with murder”. Viola é uma daquelas mulheres que quando vai falar, eu sento e paro pra assistir. Vencedora! 

 

Susan Boyle – Susan é uma das minhas favoritas nessa lista. Aos 48 anos participou do “Britain’s got talent” e, contrariando TODAS as expectativas do público e do júri, surpreendeu à todos e se tornou um sucesso. Terminou o programa em segundo lugar, assinou com a Sony Music e lançou três álbuns. Apenas o primeiro deles vendeu 10 milhões de cópias no mundo, dando a ela uma citação no Guinness – o livro dos recordes – como a britânica mais velha com um álbum no topo das paradas. Em apenas dois anos ela vendeu um total de 14 milhões de CDs. Eu amo a história da Susan. Quem não lembra a cara de enfado do Simon Cowel quando a viu no palco? Aí ela foi e mostrou que idade e aparência são apenas detalhes diante de tanto talento. 

 

Meg Whitman – Executiva de várias empresas como Disney, Hewlett Packard e Procter & Gamble, foi no eBay que ela conheceu o sucesso absoluto. Como CEO da empresa de 1998 a 2008, foi responsável por transformar uma pequena empresa de 30 funcionários em uma multimilionária corporação de mais de 15 mil colaboradores e uma receita anual de 8 bilhões de dólares.
Aos 63 anos tem uma fortuna estimada em 3.2 bilhões de dólares. Se você acompanha o mundo digital sabe que o eBay pode ser classificada como uma das empresas que vem revolucionando o jeito de se fazer comércio online.

Brasil


Heloísa Helena de Assis
– Se você tem cabelo crespo certamente já ouviu falar do Instituto Beleza Natural.
A Zica, como é mais conhecida, que não era boa aluna de química, mas desenvolveu sozinha a fórmula de alisamento usada no Beleza Natural, é daquelas mulheres que quando encasquetam com uma idéia vão até o fim. De ex-empregada doméstica à uma das 10 mulheres mais influentes do Brasil pela revista Forbes, a história da Zica inspira, porque ela saiu de uma situação de vulnerabilidade (3 filhos pequenos e uma renda baixa), fundou um salão no quintal de casa após juntar economias, e o que se seguiu foi uma história de sucesso incrível, transformando-a em uma empresária que fatura na casa dos milhões. Por mais Zicas nesse país.

Dilma Roussef – A ex-presidente do Brasil não era uma figura política popular até a eleição de Lula. Foi somente depois dos 50 que ela assumiu cargos de confiança no alto escalão do Executivo Federal. Primeiro, foi ministra de Minas e Energias, mas foi como Chefe da Casa Civil que Dilma ganhou projeção nacional. Em 2011, fez história ao se eleger, aos 64 anos, a primeira mulher presidente do Brasil. Representatividade, precisamos e queremos. Idade não pode e nem deve ser um fator limitante. Se tornar a primeira presidente mulher do país em uma idade em que se espera que as mulheres se recolham ao papel de avó ou senhora aposentada é um feito. E dos grandes. 

Sônia Hess – Apesar de ser a sexta filha dos donos da Dudalina, a empresária só se tornou presidente da empresa em 2003, já uma executiva madura e experiente. Ela foi responsável por construir a marca de moda Dudalina. A empresa, que antes focava na produção de camisas masculinas e atuava no atacado, se tornou referência na moda feminina para o mercado profissional, abriu lojas próprias e passou a exportar. Anualmente vende em torno de 500 milhões de reais. A Dudalina hoje é uma marca respeitada e muito conhecida. Já faz alguns anos que Sônia deixou a empresa, mas ela continua inspirando mulheres Brasil afora, advogando em favor dos direitos da mulher e promovendo o empreendedorismo feminino. Vai Sônia!

 

Cristina Palmaka, comandante da SAP Brasil – Foi depois dos 40 que ela se tornaria a executiva máxima da SAP Brasil, um dos braços mais importantes da empresa alemã. Se a gente considerar o mundo corporativo dos superexecutivos ela é uma jovem exceção, é um feito e tanto. Cristina trampa desde os 16 anos, tendo passado pela Compaq (quem lembra dessa empresa?), Microsoft e Phillips. A CEO da SAP Brasil é também uma corredora e já participou de 11 maratonas! Foco, força e objetivo. Qualidades que serviram Cristina na vida profissional e pessoal. 

 

Luiza Trajano, Magazine Luiza – Aos 40 anos, em 1991, ela assumiu o comando da empresa, mas já trabalhava desde os 16 tendo começado como balconista. Mas foi mesmo em 2008, ao se tornar presidente da rede, que alcançaria o ponto mais alto de sua carreira. Luiza é lembrada por muitos como uma mulher que gosta de inovar e pelo contato direto com as pessoas. Por a exemplo, já em 1992 clientes do Magazine Luiza podiam escolher na loja, pelo computador, produtos não expostos, método de vendas ainda utilizado em algumas cidades menores. Luiza chegou a receber um convite da então presidente Dilma Roussef para ser ministra da Micro e Pequena Empresa, que recusou. 

E aí, a lista inspirou? Se você ainda duvida que é possível fazer – MUITO – sucesso depois dos 35, 40 ou dos 50, joga os nomes a seguir no Google. São mulheres incríveis com histórias que mostram que força de vontade, garra, trabalho e sucesso podem vir em qualquer idade. Não desista de seus objetivos por causa da idade e nem deixe que outros a usem contra você. Você pode e deve ser o que quiser aos 40, 50 ou 70! 

Vivienne Westwood – Designer de moda
Ariana Huffington – Fundadora do “The Huffington Post”
Anna Wintour – Legendária diretora da Vogue EUA
Martha Stewart – Empresária, apresentadora e empreendedora americana
J.K. Rowling – Autora da saga “Harry Potter”
Michelle Obama – ex primera dama dos EUA
Angela Merkel – primeira ministra da Alemanha

SOBRE PL

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